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O Ilupi busca simplificar o processo de registro de propriedade intelectual

- 12 de janeiro de 2018

Nome:
Ilupi.

O que faz:
É uma plataforma online para registro e vigilância de marcas, patentes, domínios, softwares, entre outros.

Que problema resolve:
A startup busca simplificar esses processos para inventores e pequenas empresas que têm dificuldades em registrar e monitorar seus ativos de propriedade intelectual.

O que a torna especial:
Segundo o fundador, todo procedimento é feito online e de forma automatizada, permitindo que o cliente receba notificações sobre o andamento e não perca prazos de pagamento.

Modelo de negócio:
O valor cobrado varia de acordo com o serviço prestado. O de registro de marca, por exemplo, é de 1 190 reais. Já a assinatura SaaS para monitoramento é de 8 reais mensais por marca.

Fundação:
Setembro de 2017.

Sócios:
Daniel Elói — CEO
Julia Couto — Analista de Negócios
Vitor Almeida — Analista de Negócios
Acácio Fernando — Analista de TI

Perfil do fundador:

Daniel Elói — 35 anos, Belo Horizonte (MG) — é formado em Engenharia de Produção pela UFMG, com especializações no Babson College e Stanford University (ambas nos EUA). Trabalhou em empresas como Accenture, McKinsey e Unibanco.

Como surgiu:
A equipe que compõem o Ilupi trabalhava no mercado de propriedade intelectual desde 2008. Com a experiência adquirida, buscaram uma solução própria para oferecer a micro e pequenos empresários.

Estágio atual:
A startup já atendeu mais de 50 clientes.

Aceleração:
O Ilupi foi acelerada pelos programas GoMinas e InovAtiva Brasil, em 2017.

Investimento recebido:
Os empreendedores investiram 40 mil reais de recursos próprios no negócio.

Necessidade de investimento:
Os sócios não têm planos de buscar fundos no momento.

Mercado e concorrentes:
“Em 2016, foram registradas mais de 160 mil marcas no INPI, sendo que 62% foram feitas por pequenas e microempresas. Este é um mercado que cresceu mais de 50% nos últimos sete anos”, diz Daniel. Ele aponta como principais concorrentes os escritórios de advocacia tradicionais focados em propriedade intelectual.

Maiores desafios:
“A importância de se proteger e vigiar marcas, patentes, domínios, software e desenhos industriais ainda não é algo difundido para donos de pequenas empresas. O nosso maior desafio é educar os empresários, evidenciando todos as vantagens em proteger seus ativos e os riscos de não o fazer”, diz o CEO.

Faturamento:
Em três meses de operação, alcançaram 15 mil reais de faturamento.

Previsão de break-even:
Julho de 2018.

Visão de futuro:
“Nosso objetivo é tornar a propriedade intelectual acessível para pequenos empresários, ajudando-os a proteger os bens valiosos de seus negócios e, com isso, desenvolverem suas empresas de maneira segura”, afirma Daniel.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

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