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O LOC é um app de moda compartilhada que viabiliza o aluguel de roupas

- 10 de outubro de 2018

Nome:
LOC.

O que faz:
É um aplicativo de moda compartilhada que viabiliza o aluguel de peças casuais de pessoa para pessoa.

Que problema resolve:
O negócio cria diversas possibilidades de combinação e contribui para que as pessoas deixem de comprar novas roupas que, não necessariamente, vão usar.

O que a torna especial:
Segundo os fundadores, a plataforma estimula o consumo consciente e sustentável no mercado da moda.

Modelo de negócio:
A LOC cobra uma taxa de 30% sobre valor do aluguel.

Fundação:
Agosto de 2016.

Sócios:
Lara Tironi — Diretora Executiva
Cecília Barretto — Diretora de Marketing
Igor Tironi — Diretor de Tecnologia

Perfil dos fundadores:

Lara Tironi — 28 anos, Salvador (BA) — é formada em Direito pela Universidade Federal da Bahia, com MBA em Marketing pela FGV. Trabalhou na Mondelēz e na Zigpay.

Cecília Barretto — 27 anos, Salvador (BA) — é formada em Administração de Empresas pela Universidade Federal da Bahia, com especialização em Neurociência pelo Mackenzie. Trabalhou na C&A.

Igor Tironi — 22 anos, Salvador (BA) — cursa Ciência da Computação na Universidade Federal da Bahia. Estagiou na Coelba.

Como surgiu:
Lara conta que, em uma festa de família, ao explicar qual era a conexão entre oferta e demanda para uma prima pequena, utilizou o exemplo de peças de roupas. Ela disse que a partir daí percebeu que precisava fazer aquela ideia acontecer, já que a oferta de roupas era muito maior que a demanda. Chamou os amigos Cecília e Igor para a sociedade e, logo depois disso, criaram o MVP do negócio, em maio de 2017. A empreendedora diz que fizeram um teste em Salvador com 120 convidados e tiveram, em um mês, 29 aluguéis.

Estágio atual:
O app da LOC foi lançado em janeiro deste ano, já realizou 1 972 aluguéis e conta com 10 mil usuários cadastrados em Salvador e São Paulo.

Aceleração:
Não teve.

Investimento recebido:
Entre investimento externo e recursos próprios, foram aportados na empresa 200 mil reais.

Necessidade de investimento:
Os sócios buscam um aporte de 4 milhões de reais para investir em campanhas que possibilitem a mudança de mentalidade em relação a comprar versus alugar.

Mercado e concorrentes:
“O mercado da moda é avaliado em 3 trilhões de dólares e cresce a cada ano. Com questões como o consumo consciente e a sustentabilidade em alta, empresas que possibilitam o acesso de forma alternativa tendem a conseguir seu espaço”, afirma Lara. Ela aponta como plataformas com serviços semelhantes a Blimo, a Roupateca, o My Open Closet e a Clorent.

Maiores desafios:
“A mudança de cultura é, sem dúvida, a nossa maior barreira. O consumo que vem sendo estimulado nos últimos 20 anos já faz parte do estilo de vida das pessoas”, conta a fundadora.

Faturamento:
30 mil reais (desde o início da operação).

Previsão de break-even:
2021.

Visão de futuro:
 “Viabilizar o consumo consciente da moda e a relação sustentável com o guarda roupa, sendo a maior plataforma de moda compartilhada do Brasil”, fala Lara.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

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