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Para fomentar inovação nos negócios, Sodexo aposta em cultura colaborativa

- 8 de agosto de 2019
Para a companhia, principal ingrediente para estimular novos resultados está nas pessoas. Teamwork search for solutions Miniature people team working flat cartoon design for web mobile

Quer inovar? Então coloque a mão na massa e construa ideias e soluções com outras pessoas, de áreas e competências distintas. Este soa como um caminho um tanto mais complicado que o tradicional, mas é justamente o que a Sodexo Benefícios e Incentivos decidiu propor no Brasil nos últimos anos. A companhia percebeu que, para entregar inovação, precisaria criar uma cultura em que as pessoas topassem – e apreciassem – trabalhar juntas e que permitisse que novas ideias fluíssem internamente, como conta Juliana Cebalos, supervisora de Inovação da companhia.

O processo todo começou em 2012, quando o departamento foi criado e, segundo ela, não foi dos mais simples. “Em qualquer empresa, há muita resistência quando o assunto é inovação”, diz. A especialista conta que o plano inicial era de que a área trabalhasse para entregar novas soluções, enquanto o resto da organização atuaria na mesma dinâmica de sempre, mas recebendo as ideias disruptivas. Bem, como dá para imaginar com o conhecimento acumulado até aqui, esta fórmula deu errado.

“Percebemos que o engajamento das pessoas é o ingrediente essencial da inovação. Precisamos dar um passo para trás: era preciso difundir essa cultura dentro da companhia”

A organização entendeu que o departamento de inovação não deveria ficar responsável por criar as soluções – até porque são as áreas de negócio que entendem plenamente os desafios que estão enfrentando. O caminho estava em colocar todo mundo no mesmo barco, começando pelos vice-presidentes, que passaram a ter entre suas responsabilidades a difusão de uma abordagem mais ágil, de errar rápido e entregar produtos e novas funções ao mercado com mais dinamismo.

Neste movimento, a área de inovação assumiu um novo papel. No lugar de centralizar as iniciativas da empresa, o departamento passou a atuar como o hub responsável por inspirar, apontar tendências, fazer conexões relevantes com agentes externos (outras empresas e startups, além de apoiar as equipes com ferramentas e conhecimento para buscar novas soluções). Juliana diz que, ao menos neste contexto, o velho clichê de ensinar a pescar no lugar de entregar o peixe funcionou.

COMO FOMENTAR A MUDANÇA CULTURAL

Para fazer a engrenagem funcionar dentro da empresa, o time de inovação criou em 2015 uma plataforma de ideação aberta em que qualquer colaborador pode submeter sugestões. Uma vez inscritos na ferramenta, os projetos passam a ser cocriados com outras pessoas e equipes. “Foi difícil romper a impressão de que a sua ideia poderia ser roubada se fosse colocada ali, mas deu certo”, diz Juliana.

A área também começou a desenvolver um importante mapeamento de mercado e tendências com outras empresas, aceleradoras e startups. “Queríamos acompanhar de perto o movimento do mercado, o surgimento de novos players, segmentos e toda inovação que está acontecendo no Brasil e no mundo para definir se fazia sentido estabelecer parcerias e conexões.” Internamente, Juliana foi a responsável pela criação do Conexões Innov´hub, um ciclo de palestras para toda a organização, dedicado a fomentar as mais diversas reflexões: de mindfulness a IoT (Internet das Coisas), passando por rotinas criativas, colaboração, serviço ao cliente e muitos outros.

A ideia, que parte de um princípio simples, teve enorme aceitação, como conta Juliana: “A reação das pessoas foi excelente desde o começo. Todo mundo sente que é uma chance de entender o mundo e ter acesso a um conhecimento que vai ajudar dentro e fora da empresa.” O Conexões Innov´hub deu tão certo que, atualmente, o programa inclui também clientes, fornecedores, parceiros e consumidores Sodexo.

UMA FEIRA DE ADOÇÃO DE CACHORROS PODE ESTIMULAR A INOVAÇÃO? SEGUNDO A SODEXO, SIM

O trabalho para oxigenar a cultura interna da companhia incluiu até mesmo uma feira de adoção de cachorros. “Neste caso, o impacto não estava na atividade em si, mas na possibilidade de mudar o ambiente corporativo, de fazer com que as pessoas criassem novas relações e conexões aqui dentro”, diz Juliana. A estratégia um tanto quanto inusitada dá resultados, como conta a especialista.

“É um processo gradual. Vemos as pessoas cada vez mais abertas, dispostas a colaborar e trabalhar de forma ágil”

Outra inciativa bem-sucedida foi a criação de um programa específico de “embaixadores da inovação” que ajudam e apoiam a disseminação da cultura e da prática no dia a dia da companhia. Além disso, a Sodexo passou a reconhecer os destaques quando o tema é inovação. “Lançamos alguns desafios, buscamos ideias para melhorar processos, produtos ou sistemas e premiamos as melhores soluções”, conta.

O esforço para oxigenar a cultura interna da companhia inclui também novos espaços físicos de trabalho, no formato de laboratórios de inovação, além da adoção de metodologias ágeis e a utilização de design sprints.

Para o futuro, o plano é fortalecer a atual estrutura e seguir dando alimento à inovação internamente, conta Juliana. “Nossa responsabilidade é continuar inspirando, buscando as novas referências”, diz. Assim, a companhia fomenta o que move a inovação: as pessoas. Sempre em frente.

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