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Por que é essencial contar com o programa de alimentação do trabalhador (PAT)

- 23 de maio de 2019
Projeto do governo criado em 1976 promove a saúde e bem-estar das pessoas, eleva a produtividade e estimula a economia.

Lá nos anos 1970, no auge da agenda desenvolvimentista do Brasil, surgiu uma pedra no meio do caminho: muitos trabalhadores enfrentavam problemas de subnutrição. Para corrigir este problema na rota, o governo criou o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), um mecanismo que incentiva a oferta dos hoje conhecidos benefícios alimentação e refeição pelas empresas ao dar isenções e incentivos às organizações.

Em essência, o PAT promove a qualidade de vida das pessoas ao garantir acesso a uma boa alimentação para que, assim, possam produzir melhor. É bom para os trabalhadores, para as organizações e, ainda, benéfico para a economia. Quem conta isso é Willian Tadeu Gil, gerente de Relações Institucionais e Governamentais da Sodexo Benefícios e Incentivos, empresa operadora do programa. “O Governo Federal convida as empresas empregadoras a garantir o acesso das pessoas à alimentação, por meio de incentivos e isenções. Com a participação das empresas empregadoras, é como se o trabalhador tivesse um adicional na renda voltado especificamente à sua alimentação. Os resultados são muito positivos”, conta.

Quase 20 milhões de pessoas já receberam o benefício alimentação e refeição pelo programa no Brasil, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador (ABBT). Willian diz que o efeito positivo do PAT ganha força porque ele foi desenhado para impactar justamente as pessoas de menor renda, que recebem até cinco salários mínimos.

A seguir, o executivo da Sodexo analisa como o programa gera benefícios em diferentes esferas:

BOA ALIMENTAÇÃO AO TRABALHADOR

Hoje, mais de 40 anos depois da criação do programa, o especialista diz que o trabalhador brasileiro já tem acesso a uma alimentação saudável, mas ressalta que há outros desafios nutricionais e que o PAT continua com um papel vital. “Se antes muitas vezes quem trabalhava não tinha o que comer, hoje encaramos o problema do aumento da obesidade. Por isso nos preocupamos em ter em nossa rede credenciada um grande número de restaurantes que oferecem opções de alimentação balanceada”, diz. Segundo ele, não basta ter acesso, é preciso oferecer variedade e qualidade nutricional.

Para apoiar esta busca, além de priorizar restaurantes com boas opções, Willian diz que a Sodexo conta com um time de nutricionistas que tem como foco promover educação alimentar, participar de discussões nas empresas e principalmente levar informação. “Não podemos definir o que as pessoas vão comer, mas podemos aumentar sua consciência alimentar e, assim, estimular boas escolhas e promover a saúde”, diz.

ACESSO A NOVAS EXPERIÊNCIAS GASTRONÔMICAS

Willian lembra de outro efeito positivo do PAT: a chance de acessar e conhecer novas opções alimentares. “Há uma parcela importante de trabalhadores que não conseguiriam ter algumas experiências gastronômicas se o programa não existisse”, diz. Segundo ele, o comportamento alimentar de quem recebe o benefício refeição e alimentação é bastante diferente daquele de quem não recebe. “Por economia, notamos que as pessoas focam em gastar o mínimo possível quando não contam com o benefício, muitas vezes abrindo mão da qualidade”, diz.

AS VANTAGENS PARA AS EMPRESAS

A adesão das empresas ao PAT é facultativa, conta Willian. Ainda assim, as organizações entram no programa estimuladas por isenções e incentivos e, também, com o objetivo de aumentar a produtividade e o desempenho dos funcionários ao investir no bem-estar e na boa alimentação deles.

Willian acrescenta ainda que, no novo mundo do trabalho, o melhor acolhimento e a oferta de um bom pacote de benefícios ao colaborador é fator essencial para gerar engajamento, atrair e reter talentos. “Há uma série de resultados positivos intangíveis para as empresas no programa”, diz.

ESTÍMULO PARA A ECONOMIA

O PAT também é um estímulo importante para a economia, diz o especialista. A ABBT calcula que os benefícios viabilizados pelo programa já foram usados para pagar impressionantes 79 bilhões de refeições desde a criação da legislação. Segundo a associação, cada 1 real em isenção fiscal oferecido pelo governo para o PAT estimula a arrecadação de outros 15,71 reais.

“Há um movimento importante nos restaurantes e mercados que não aconteceria da mesma forma sem o PAT. Uma cadeia grande de estabelecimentos seria afetada”, calcula Willian. Da mesma forma, a renda adicional gerada ao oferecer um benefício ao trabalhador tem impacto no orçamento doméstico.

Depois de ser essencial ao desenvolvimento do Brasil nas décadas passadas garantindo o acesso à alimentação, Willian entende que o Programa de Alimentação do Trabalhador segue relevante, atendendo a novas necessidades. “Com o PAT, empresas são mais competitivas, a economia gira, as pessoas vivem melhor e são estimuladas a adotarem hábitos de vida mais saudáveis”, resume o especialista, certo de que o programa permanece essencial.

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