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Rede Mulher Empreendedora: para transformar motivação em atitude

- 30 de março de 2015
Ana Fontes criou uma plataforma digital, e de eventos presenciais, feita para promover o networking e o empoderamento de mulheres que querem ser donas do próprio nariz
Ana Fontes criou uma plataforma digital, e de eventos presenciais, feita para promover o networking e o empoderamento de mulheres que querem ser donas do próprio nariz

O networking é fundamental para a carreira da empresária Ana Fontes, 48 anos. Antes de se lançar às conquistas e riscos do empreendedorismo, ela atuou no mundo corporativo e alcançou cargos de chefia em empresas como a Volkswagen. Em 2007, depois de 20 anos de vida executiva, se deu conta de que deveria mudar de direção.

Seu primeiro negócio, o site Elogieaki, nasceria no ano seguinte em resposta ao crescimento de fóruns de reclamações na internet. “As pessoas tinham espaço para reclamar de produtos ou serviços, mas não para elogiá-los ou recomendá-los”, diz. Com dois sócios, a alagoana de Penedo montou o site, que existe até hoje, mas que não está mais sob seu comando. Ana enfrentou problemas comuns a muitos empreendedores, fragilidades que minavam a iniciativa mas que não recaíam diretamente sobre a área de atuação do negócio. “Quem abre uma empresa não costuma ter dificuldades técnicas, na sua atividade fim, mas sim ligadas às gestões financeira e de recursos humanos, atividades meio sem as quais não se vai para frente”, afirma.

Há cinco anos, quando já era mãe de Daniela, 12, e Evelyn, 7, Ana passou a enxergar com ainda mais clareza a importância de uma rede de contatos. Alguém lhe indicou um programa voltado a mulheres empreendedoras na Fundação Getúlio Vargas (FGV), uma das mais renomadas instituições de ensino do país. “Driblei a falta de tempo e as desculpas para disputar uma vaga e fui”, diz.

No curso, ela conheceu gente que passava pelas mesmas dificuldades. E aprendeu muito nesse convívio. Foi então que surgiu a ideia de criar um blog para compartilhar experiências e dicas. Assim nasceu o Rede Mulher Empreendedora, um site com mais de 200 mil inscritas cujo foco é informar e promover a interação entre as usuárias. “A mulher brasileira faz pouco networking. Nos eventos mensais que promovemos, busco incentivar a troca de cartões de visita e a conversa”. diz Ana. Inscrever-se no portal e participar dos fóruns de discussão é grátis.

Outra dificuldade imposta pelas próprias mulheres, segundo ela, é criar justificativas para empreender: “O maior dos problemas não é a falta de tempo das mães ou o trato com funcionários, mas saber transformar motivação em atitude”, afirma. Para Ana, é fundamental não perder o protagonismo, mesmo delegando responsabilidades.

Quando não está protagonizando os próprios negócios (que incluem, além da Rede, um espaço de co-working em São Paulo), Ana costuma ficar em casa assistindo a séries na TV, um dos seus programas favoritos, e levar as filhas para passear. Aos domingos, o almoço na casa da mãe é sagrado, assim como fazer com que as meninas cresçam no convívio familiar – talvez a melhor rede de contatos que existe.

 

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