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Seleção Draft – A promessa das foodtechs

- 5 de abril de 2019
Foodtech: um novo setor que junta tecnologia e gastronomia começa a despontar no Brasil.

A promessa das foodtechs
Na Isto É Dinheiro a pauta são as foodtechs, startups que utilizam novas tecnologia para revolucionar o setor de alimentos. As possibilidades são inúmeras e vão desde empresas que melhoram a experiência do delivery de refeições, como o unicórnio brasileiro iFood, a negócios que prometem réplicas de carne de base vegetal, como a também brasileira Behind the Foods, que pretende começar a vender seus produtos a partir de maio. O texto do link acima mostra que o mercado está aquecido. Nesta semana, começou a operar por aqui a chilena NotCo, que utiliza uma AI para criar maionese, sorvetes e leite veganos. Também nesta semana, a rede Burger King começou a testar nos EUA uma versão vegana do tradicional sanduíche Whopper com carne da Impossible Foods, companhia do Vale do Silício que cria carne a partir de plantas com a molécula heme, que dá ao sangue a cor vermelha.

 

Saberes periféricos
Adriana Barbosa, da Feira Preta, escreve sobre como construiu um negócio que pudesse dar visibilidade à comunidade negra e sobre as práticas empreendedoras dos moradores das periferias. Com a iniciativa, ela já figurou, em 2017, em um ranking entre as 100 pessoas afrodescendentes — com menos de 40 anos — mais influentes do planeta; e na última edição da feira, a 17ª, movimentou mais de 200 milhões de reais. Na PEGN, Adriana afirma que os investidores sociais que atuam nas periferias tendem a focar suas ações a partir de um olhar “estrangeiro”. Ela diz no link acima:

“São as pessoas que já pertencem a esses territórios que conhecem como ninguém os seus códigos e, consequentemente, são aquelas que têm uma compreensão mais apurada das dores e delícias de viver nas regiões periféricas”

 

A briga pela Amazon (ou Amazônia)
Depois de um vai e vem de sete anos, a Corporação da Internet para Designação de Nomes e Números (Icann) definiu 7 de abril como prazo final para que a Amazon e oito países sul-americanos, rodeados pela floresta tropical, cheguem a um acordo sobre como usar a extensão “.amazon”. Segundo a BBC (link acima), os governos de Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela não querem abrir mão do domínio exclusivamente para a empresa, pois isso poderia impactar questões de soberania. O que eles propuseram foi uma gestão compartilhada para promover o domínio de acordo com a herança cultural de cada nação (por exemplo, turismo.amazon). A Amazon não concordou e sugeriu que os países usassem a extensão “.amazon” associada a duas letras do nome do país (br.amazon). Mais dois dias para o impasse ser resolvido.

 

Starter Acceleration Program
A EDP, empresa que atua em toda a cadeia do setor elétrico, promove o Starter Acceleration Program, programa de aceleração focado em startups de todo o mundo com soluções inovadoras e aplicáveis no setor de energia e à cadeia de valor da empresa. A iniciativa vai contar com o apoio das aceleradoras ACE e LMarks. O programa terá três módulos em três regiões (Madri, São Paulo e Houston). Serão selecionadas dez startups para cada módulo. Os negócios com maior potencial participarão do evento final realizado em novembro, em Lisboa, durante o Web Summit. A startup mais bem avaliada será premiada com 50 mil euros. As inscrições podem ser feitas até 6 de maio no link acima.

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