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Seleção Draft – Ansiedade empreendedora

- 15 de maio de 2019
Primeiro, relaxe. Depois, admita: é uma barra mesmo ter uma startup.

Ansiedade empreendedora
O fundador do canal Startups.com Wil Schroter escreve que “por definição, uma startup é um poço de ansiedade”. Ele diz:

“Como empreendedores, provavelmente estamos fazendo coisas que nunca fizemos antes com produtos que nunca existiram antes”

O autor afirma que é melhor o fundador admitir logo que está assustado. Mas calma, ele dá algumas dicas, no link acima, para não surtar no meio dessa jornada:

1) Imagine as consequências se tudo der errado e veja se você aguenta o “rojão”;
2) Não acredite em tudo o que ouve sobre sucesso e não se compare a ninguém;
3) Consuma toda a sua angústia em produtividade;
4) Pense a longo prazo, analisando aonde deseja chegar. 

 

Falta transformação
Segundo o estudo “Empresas do Futuro”, realizado pelo Grupo Cia de Talentos junto ao GPTW (Great Place to Work), sobra reflexão e falta transformação nas empresas brasileiras. A Época Negócios divulgou a pesquisa, que avaliou 246 companhias dos setores de serviços, indústria, tecnologia, comércio e varejo, financeiro e saúde. Apesar do futuro do trabalho estar em pauta desde 2013, o levantamento mostra que 68% das companhias contam com estruturas convencionais, departamentos bem definidos e, ao menos, um nível de gestão. Outro ponto negativo é que o faturamento ainda está acima de questões como satisfação dos clientes, contribuição para a sociedade e felicidade interna da equipe. Leia mais no link acima.

 

O boom das insurtechs
O Estadão comenta o aumento do número de startups no país focadas em reduzir incertezas e aumentar a eficiência das seguradoras tradicionais usando tecnologia: são as conhecidas insurtechs. Nos últimos três anos, o número de negócios triplicou, chegando a 210, de acordo com a ABStartups. O texto (link acima) destaca que “ao contrário do que acontece em áreas como a das fintechs, as insurtechs não querem concorrer com as grandes empresas – e sim ajudá-las a serem mais eficientes”. Os dados mostram essa missão: segundo uma pesquisa feita pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, 62% das insurtechs têm como objetivo central oferecer serviços para potencializar os negócios das seguradoras e 57%, desburocratizar o setor ou potencializar corretores.

 

leAD Sports Accelerator
Representantes da leAD Sports, plataforma de empreendimentos esportivos baseada em Berlim e ligada à família fundadora da Adidas, estarão em São Paulo entre 23 e 24 de maio para selecionar startups brasileiras para a 3ª edição de seu programa de aceleração, o leAD Sports Accelerator. Eles conversarão com empreendedores que tenham soluções unindo tecnologia, inovação e esporte. As inscrições vão até dia 21 pelo link acima. Após o processo seletivo global, 20 startups irão para o Selection Days 2019 (dois dias de entrevistas com mentores e especialistas da empresa, em Berlim, no mês de julho). A partir daí, de cinco a dez negócios participarão da aceleração, que conta com investimento de 25 mil euros.

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