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Seleção Draft – Branding mentiroso

- 28 de março de 2019
Cuidado para não transformar seu produto num comercial de margarina e esquecer de citar a gordura trans...

Branding mentiroso
Natural que possui químico, vegano que contém elementos de origem animal, e por aí vai… No B9, Mark Cardoso, diretor de estratégia da agência Fields360, fala como, na busca por conquistar a afinidade de públicos específicos e vantagens competitivas em relação à concorrência, as marcas acabam criando um branding mentiroso. Ele menciona cases que ficaram conhecidos como o suco Do Bem, que se vendia como caseiro mas era industrializado, e os sorvetes Diletto, “receita trazida da Itália pelo nonno Vittorio”. Dois falsos storytelling criados para seduzir o consumidor. No link acima, ele ainda cita um exemplo mais recente de uma marca de cuidados com a pele, a Simple, que promete ser “mais suave”, no entanto leva parabenos. E por fim, resume: “Se este é o argumento e esta foi a necessidade industrial, então não tenha o elemento “natural” como pedra-fundamental da sua marca e de sua narrativa. É preciso ser honesto com o consumidor na hora de estabelecer um posicionamento de marca”.

 

AI com ética
Neste mês, a Universidade de Stanford lançou o Instituto Stanford de Inteligência Artificial Centrada no Homem (HAI). O objetivo do  grupo de pesquisa é colocar os humanos e a ética no centro da expansão da AI. O conselho consultivo da organização é formado por nomes de peso como o do ex-CEO do Google Eric Schmidt, o do cofundador do LinkedIn Reid Hoffman e o do cofundador do Yahoo Jerry Yang. O debate sobre suas implicações éticas se mostram cada dia mais importantes num cenário em que essa tecnologia tem movimentado 24 bilhões de dólares e promete afetar 70% das empresas (e, consequentemente, seus funcionário). Fora o medo da perda de emprego por conta da automação, há a questão dos vieses adotados pela AI que, muitas vezes, podem ser preconceituosos, de acordo com a forma que a tecnologia aprende. Veja a apresentação do instituto no link acima.

 

Amazon Go brazuca
O Estado de Minas fala de uma startup brasileira que abriu uma loja semelhante à Amazon Go (e que se trataria do primeiro mercado autônomo da América Latina). Vale a ressalva do fundador Rodrigo Miranda no link acima: a bandeira Zaitt, da marca Shipp, começou a operar em São Paulo ha uma semana, no entanto sua primeira unidade, em Vitória, abriu as portas em dezembro do ano passado, ou seja, antes da concorrente norte-americana. Na capital paulista, em vez do cliente acionar a abertura da porta usando o leitor de QR Code do app, ele apenas se posiciona em frente ao leitor facial. Assim como a Amazon Go, a loja não tem vendedores e a identificação dos produtos escolhidos é feita por meio de sinais de rádio, dispensando a necessidade de escanear cada mercadoria. Confirmada a transação, o consumidor apenas aprova a compra no app e o valor é lançado diretamente no cartão cadastrado. Simples assim!

 

Latam Edge Award
Vão até 20 de abril as inscrições (link acima) para o prêmio Latam Edge Award, voltado para scale-ups na América Latina que buscam expandir sua operação para o Reino Unido e a Europa. O foco são negócios nos setores de smart cities, fintech, health, manufacturing, entertainment, agritech, games e creative tech. A premiação é de 100 mil libras em serviços.

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