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Seleção Draft – Construções vivas

- 26 de julho de 2019
Torre de tijolos orgânicos, feita de micélio, inaugurada no MoMa PS1,em 2014, pelo escritório de arquitetura The Living.

Construções vivas
Um artigo do The Coversation, reproduzido pelo Singularity Hub, conta como, por meio da biotech, as casas do futuro “ganharão vida”, podendo crescer, respirar e até se regenerar. A ideia pode parecer piração, mas diante da crise climática que enfrentamos é preciso pensar radicalmente sobre a maneira como construímos nossos ambientes. Quando se trata de um material que pode crescer, o texto aponta o micélio, a rede de raízes dos fungos. O maior desafio é projetar uma estrutura em que o micélio seja mantido parcialmente vivo e capaz de crescer e se adaptar. Já sobre um componente capaz de se regenerar, estudiosos falam em incorporar esporos bacterianos na mistura de concreto. Quando surge uma rachadura e a água penetra nesses buracos, as bactérias são reanimadas, o que desencadeia um processo químico que faz com que novos cristais de calcita cresçam e “curem” o cimento. E se as paredes pudessem respirar? O texto cita ainda um grupo do MIT que desenvolveu membranas que “transpiram” à medida que a umidade interna aumenta. Leia mais sobre essas e outras invenções no link acima.

 

Slow medicine
No site da Dasa, o neurocirurgião e neurocientista Dr. Fernando Gomes Pinto defende que a inteligência artificial traz tempo e precisão para a medicina. Ele menciona, no link acima, o conceito de “slow medicine”, defendido em um artigo há 15 anos pelo  médico italiano Alberto Dolara. A tese ainda precisa ser melhor disseminada, já que ainda hoje 40% do tempo de uma consulta é desperdiçado na parte burocrática (leia-se preenchimento de fichas).  Mas com a ajuda da AI e das healthtechs que apostam nessa tecnologia, isso está mudando. Um exemplo  é o uso de enfermeiras robóticas em um hospital de Bangkok, na Tailândia, como relatado pelo Washington Post, para transportar documentos entre oito estações dentro da unidade de saúde. O trabalho antes era feito por humanos, mas agora eles podem se dedicar a cuidar melhor dos pacientes, enquanto as máquinas se responsabilizam por essa parte. O hospital já pensa em passar para as robôs enfermeiras a responsabilidade de preparar a dosagem das medicações e outros procedimentos, já que a AI reduz os erros humanos.

 

Cobrar ou não cobrar, eis a questão
Na Fast Company (link acima), Maynard Webb, ex-COO do eBay responde a pergunta de dois fundadores. Um quer saber se é melhor cobrar o valor convencional pelo seu produto na fase de testes ou melhor oferecer um bom desconto, já que os primeiros clientes fornecerão informações chave para o desenvolvimento da empresa. O autor indica que o empreendedor crie um produto que desperte o máximo possível de interesse, cobre um preço que justifique as pessoas gastarem energia para dar um feedback, mas conceda, sim, um abate no preço. Para a segunda questão, que é sobre a validade de oferecer um app gratuito para os usuários e cobrar apenas das empresas, no modelo B2B, Maynard concorda com a hipótese, já que em uma fase inicial o aplicativo precisa viralizar, mas não descarta a possibilidade de, depois, o fundador vir a cobrar dos usuários por serviços premium oferecidos na plataforma.

 

Vendendo até a mãe
Se precificar é difícil, a arte da venda também não é simples. Mas com as dicas dos fundadores ouvidos pelo Entrepreneur (que se deixarem vendem até a mãe, rs) tudo fica mais simples! Kara Goldin, CEO da Hint Inc., afirma que é preciso estar apaixonado pelo o que se oferece para o cliente. Já Dan Lok, fundador do Closers.com, recomenda: “venda com seus ouvidos e não com sua boca”, apontando que é preciso escutar o consumidor. Keri Shull, fundadora da agência de coaching imobiliário HyperFast Agent, por sua vez, diz que é necessário fazer as perguntas certar para entender o que o comprador deseja. Leia mais no link acima.

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