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Seleção Draft – Criptocoffee

- 12 de julho de 2019
Vem aí uma criptomoeda para produtores de café! Sim, o meio rural também surfa nessa onda.

Criptocoffee
Uma empresa mineira está prestes a lançar uma criptomoeda, baseada em blockchain, para suprir as necessidades dos produtores de café. Segundo a Bloomberg (link acima), a cooperativa Minasul deve disponibilizar este mês o dinheiro para ser usado por fazendeiros em financiamentos, na compra de insumos agrícolas, maquinário e outros produtos em uma loja própria (além disso, até 30% da safra poderá ser trocada pela “criptocoffee”). A Minasul ainda promete criar uma plataforma para que as negociações passem a ser feitas por smartphone no país que é o maior produtor e exportador do grão. Que tal uma xícara de café para acompanhar a leitura?

 

ANDP com vetos
No último dia do prazo regulamentar, Jair Bolsonaro sancionou a lei que cria a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANDP) — mas com 14 vetos. Entre eles, o trecho que proibia o poder público de compartilhar com outros órgãos ou empresas os dados pessoais de quem fizer requerimento pela Lei de Acesso à Informação, o que exigia que o encarregado pelos dados dentro do órgão tivesse conhecimento jurídico-regulatório e a obrigatoriedade de revisão por uma pessoa de decisões automatizadas quando o cliente pedir. Os vetos podem ser derrubados pelo Congresso. O texto foi publicado na terça-feira (9) no Diário Oficial. Leia a íntegra no link acima.

 

Alexa, a médica
No Reino Unido, a população já pode contar com um novo tipo de assistência médica: a da Alexa. O serviço de saúde estatal do país está se unindo à Amazon para fornecer informações verificadas pelo Serviço Nacional de Saúde (NHS) usando a assistente de voz. O plano é dar acesso a esses dados especialmente a idosos, cegos e incapazes de acessar a internet por meios tradicionais. A ideia, de acordo com as informações da Reuters (link acima) é reduzir a necessidade de visitar um médico, tirando a sobrecarga do NHS.

 

Generosidade importa
Sua startup não precisa de lucros estratosféricos para começar a contribuir para um mundo melhor. O Inc. traz o exemplo de Manny Padda, presidente Organização de Empreendedores de Vancouver. Ele diz que quando começou seu negócio, muitos amigo o procuravam pedindo conselhos de carreira ou mesmo para que ele revisasse CVs. O autor conta que poderia cobrar por isso, como uma mentoria, afinal tinha muito a fazer, já que estava abrindo uma empresa. Mas ajudava os colegas de boa vontade. “Retribuir logo de cara pode ser uma técnica poderosa para acelerar o crescimento de sua startup e construir sua cultura, sua identidade.” No texto do link acima, Manny ainda afirma que nem sempre se trata de doar dinheiro, pode ser tempo e talento. O essencial é estar alinhando à causa apoiada.

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