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Seleção Draft – Destape os ouvidos

- 19 de fevereiro de 2019
Para que orelhas tão grandes? Oras, para ouvir (e fazer negócios) melhor!

Destape os ouvidos
“Para os jovens empreendedores, ouvir é uma arte a se dominar. Para os mais experientes, é uma habilidade fácil de se esquecer, por acharem que já sabem tudo”, diz Howard Tullman, sócio do G2T3V e do Chicago High Tech Investors, ambos fundos de risco, no Inc. (link acima). Segundo ele, as melhores empresas escutam atentamente as demandas de seu público e se adaptam rapidamente. O autor destaca que, nesse contexto, a audiência significa não apenas os consumidores diretos, mas fornecedores, parceiros, mídia, legisladores e até mesmo concorrentes. Para quebrar um ciclo vicioso de deixar os outros falando apenas esperando sua vez de projetar sua opinião — o que é típico — Howard indica:

1) Escutar o que os outros têm a dizer mesmo se não concordar com aquilo;
2) Tentar entender o ponto de vista de terceiros;
3) Compreender quais são as diferenças entre você e o interlocutor;
4) Perguntar o que o outro lado precisa para chegar a um acordo.

 

Inteligente, só se for saudável
Não adianta nada uma cidade ter infraestrutura para ser movida pela tecnologia da informação e conectada pela internet das coisas se não promover a qualidade de vida e o bem estar dos seus cidadãos. No Your Story, Deepak Sahni, CEO do centro de laboratórios Healthians, defende que smart cities só serão inteligentes se possibilitarem um estilo de vida saudável para as comunidades. E isso não exige tanto, segundo o texto do link acima. Basta estimular uma mobilidade mais verde (ciclovias e meios de facilitar o aluguel de bikes), eventos mensais ligados à prevenção de doenças, acesso facilitado a hospitais e diagnósticos e premiação por escolhas saudáveis (o artigo cita gratuidade ou desconto no metrô para quem fizer 30 flexões, por exemplo).

 

Os primeiros mil
O que gigantes como Airbnb, Uber and Etsy podem ensinar para sua startup sobre como conquistar os primeiros mil usuários? O Startup Nation traz as lições que envolvem, basicamente, adquirir uma base sólida de usuários de uma só vez em eventos, feiras e conferências em vez de um por um. Além disso, as três nunca confrontaram diretamente a concorrência, mas procuraram atender os clientes que seus “rivais” não dariam conta. Elas também adotaram práticas que, a princípio, não pareciam escaláveis (afinal, para uma startup, dez clientes a mais não são o mesmo do que dez para uma grande empresa) e, por fim, souberam encantar os primeiros usuários e dar a eles a melhor experiência possível (muito disso por meio de contato direto e sem o uso de recursos tecnológicos para que a conexão se fortalecesse e o negócio ganhasse confiança). Leia mais no link acima.

 

Aceleração Startup Farm
Vão até dia 26 as inscrições, no link acima, para o Ahead 11, programa de aceleração da Startup Farm. Esta edição vai acontecer em São Paulo e terá seis meses de duração. Podem participar startups voltadas para qualquer segmento e estágio de desenvolvimento. Além de oferecer metodologia, mentoria, networking e ajudar na captação de recursos, a aceleradora pode aportar até 150 mil reais no negócio em troca de 5% de equity.

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