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Seleção Draft – Duvidar de si faz bem

- 8 de outubro de 2018
Intuição ou ou inclinação: pense duas vezes antes de tomar uma decisão para sua empresa.
Intuição ou ou inclinação: pense duas vezes antes de tomar uma decisão para sua empresa.

Duvidar de si faz bem
Seguir a própria intuição muitas vezes evita que entremos em ciladas. No entanto, o que acreditamos ser um pressentimento pode, na verdade, estar camuflado de um preconceito (ou viés preconceituoso). A Fast Company traz a opinião de Daniel Kahneman, autor do livro Rápido e Devagar — Duas formas de pensar. Ele cita um exemplo para facilitar o entendimento dessa “confusão”, como o caso de um investidor que prefere aportar milhões de reais em uma startup liderada por um homem do que um centavo na de uma mulher. E afirma:

“Nós achamos que estamos seguindo nossa intuição, mas, na verdade, estamos reconhecendo um padrão ou algo que nos parece familiar”

Porém como se livrar desse tipo de comportamento? O texto (no link acima) diz que mesmo quando temos uma intuição, precisamos testá-la e validá-la antes de agir. Além disso, sugere que busquemos sempre ideias contraintuitivas e que, consequentemente, fugirão do óbvio.

 

Bitcoin: dez anos depois
O Estadão fala o que podemos esperar da bitcoin, uma década após sua criação pelo criptógrafo Satoshi Nakamoto, descontente com o sistema financeiro convencional. O texto aponta que, apesar da atual cotação da criptomoeda, de 6.470 dólares, ela apresenta várias falhas, entre as quais: não ter se tornado uma moeda utilizável pela falta de segurança e proteção ao consumidor, usar excessivamente energia e ser volatilidade demais, o que faz com que poucas pessoas aceitem usá-la na troca por bens e serviços. Além disso, o artigo cita a falta de regulamentação como um atrativo para esquemas de pirâmide e uma forma de enganar investidores. Leia mais no link acima.

 

AI de confiança
Aleksandra Mojsilović, cientista e Head of AI Foundations do centro de pesquisa da IBM, afirma, no The Next Web, que é necessário construir inteligências artificiais nas quais possamos confiar e que seus desenvolvedores devem se responsabilizar por isso, pensando em um design de confiança, ou seja, checando se a tecnologia não incorpora preconceitos e vieses de seus criadores, corrigindo vulnerabilidades para que o sistema não corra o risco de ser enganado e tome decisões incorretas, sabendo explicar tanto a engenheiros como a usuários como funcionam os algoritmos e, por fim, garantindo que um humano possa intervir em qualquer situação em que a AI se mostre vulnerável. Leia mais no link acima.

 

Contrafluxo
Na quarta-feira (10), o iDEXO — cliente de brand content aqui do Draft — promove, em parceria conosco, a 2ª edição do Contrafluxo, uma série de conversas sobre inovação e empreendedorismo, em São Paulo. No encontro de estreia, o convidado foi Laércio Cosentino, CEO e fundador da TOTVS e idealizador do iDEXO. Desta vez, quem compartilha seus aprendizados são os empreendedores Gabriel Arcon, fundador da E-moving e Eduardo Bernardes, vice-presidente da Gol linhas aéreas. Os dois vão falar sobre “a importância e os desafios do modelo B2B em startups e grandes empresas”. O evento é gratuito, mas as vagas são limitadas. As inscrições podem ser feitas pelo link acima.

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