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Seleção Draft – Empreendedorismo sem glamour

- 12 de novembro de 2018
Ter o próprio negócio pode parecer lindo e fácil, mas não espere um tapete vermelho estendido. É trabalho duro.

Empreendedorismo sem glamour
Cal J. Halvorsen, professor-assistente da Boston College School of Social Work, decidiu falar honestamente na Fast Company (link acima) sobre os custos e benefícios de empreender, especialmente para aqueles que se aproximam da “idade de aposentadoria”. Ele destaca que esse modo de vida tão glorificado publicamente como heroico pode parecer fácil, mas a falta de uma rede de apoio, assistência e seguro de saúde, plano de aposentadoria etc. pesam na equação e têm sido desconsiderados. Segundo ele, isso coloca vidas em risco. Na ausência dessas proteções, ele sugere que os empreendedores em potencial saibam que tanto riscos quanto recompensas são altos e, portanto, façam a lição. O autor fala sobre o cenário norte-americano, mas a dica se encaixa também para o Brasil.

 

Fronteira entre o humano e o artificial
É possível que sistemas com Inteligência Artificial atuem criativamente? Sim. Isso significa que os humanos serão substituídos? Não, porque é preciso que uma pessoa “ensine” à plataforma as regras do jogo, além de alimentá-la com uma biblioteca de conteúdo. Nada melhor que exemplos. O link acima, do Estadão, trouxe os casos dos perfumes criados para o Grupo Boticário pela Phylira (sistema de AI da IBM), em parceria com a casa perfumista alemã Symrise; o Voicebox (sistema que sugere palavras para um escritor, desenvolvido pelo grupo de artistas Botnik Studios); a pintura “Edmond de Belamy, from La Familie de Belamydo”, criada por uma AI do grupo Obvius e leiloada na casa Christie’s, e por fim, a startup inglesa Jukedeck, que compõe canções. Elle O’Brien, do Botnik, afirma:

“A máquina até pode criar, mas só o humano vai conseguir interpretar se aquilo é bom ou não”

 

Assinatura salva?
No allBusiness, um artigo discute prós e contras do modelo de recorrência por assinatura (em várias periodicidades) para pequenos negócios. Como vantagens são elencados: comprometimento do cliente com compras múltiplas; projeção mais precisa de receita; fidelidade à marca, sem grande investimento; e aumento da proposta de valor pela conveniência. As considerações negativas são: as margens de lucro menores devido à política de descontos; o aumento de processos internos e de gerenciamento; e a ineficiência do sistema para produtos caros e com baixa taxa de reposição. No geral, destaca o texto (link acima), os pontos fracos são superados pelos fortes, desde que o seu público-alvo esteja familiarizado com esse modelo de vendas.

 

Brasil Eco Fashion Week
A principal semana de moda sustentável da América Latina, criada para apontar alternativas em prol da moda consciente, acontece de 15 a 17 de novembro, na Unibes Cultural, em São Paulo. O tema da 2ª edição do evento é “Inovação e Diversidade. Dentro dele, serão oferecidos conteúdos gratuitos para incentivar novos pensamentos, modelos de negócios e produtos. Ao todo, acontecerão 40 atividades como: palestras, workshops e rodadas de negociação no Espaço ECOnomia (com a participação de profissionais de diversas partes do Brasil). As inscrições para oficinas e palestras podem ser feitas no link acima.

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