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Seleção Draft – Erre melhor

- 11 de março de 2019
Ao aprender a lidar com o fracasso, o empreendedor tende a ficar menos distante do seu alvo mesmo ao mirar errado.

Erre melhor
Segundo o mentor Gabe Zichermann, todo empreendedor ouve que é preciso “falhar rápido”, mas ninguém ensina como lidar com os sentimentos quando as coisas não dão certo. No The Next Web, ele adaptou o modelo de Kubler-Ross, também conhecido como “os estágios do luto”, para ajudar fundadores a aprenderem com seus erros. O primeiro estágio é o da negação. Isso de deve ao mito do “gênio teimoso” (supostamente um “bom empreendedor” deve continuar tentando mesmo quando o mundo diz “não” à sua ideia). A segunda fase é a da raiva, que será descontada em funcionários, cofundadores, investidores, comprometendo relações. A terceira é a da barganha, tentando atrair interessados no negócio a qualquer custo. A quarta fase é a da depressão (talvez o estágio menos comentado, mas que deve ser discutido pois pode levar ao uso de drogas e até ao suicídio). E a quinta, após uma boa dose de reflexão, é a aceitação. Ele ainda afirma no link acima:

” É preciso não apenas aprender a errar mais rápido e com mais frequência, mas também com maior agilidade e autoconsciência. Precisamos ser gentis com nós mesmos e com os outros no fracasso”

 

Não vai dar em nada
E falando em fracasso, o blog do EU-Startups (link acima) lista dez sinais que indicam que sua startup está no caminho errado e é hora de pivotar ou desistir dessa jornada. Entre os indícios estão:

1) Não alcançar os ciclos de venda do setor;
2) Perder valor de mercado;
3) Não existir demanda para sua oferta;
4) Não ter fundos para tocar a operação adiante.

 

Posso te ajudar?
Sabe essa famosa pergunta que os vendedores costumam dizer quando um cliente em potencial entra na loja? Pois é, aos poucos, ela vai deixar de existir, pois os estabelecimentos já terão os dados dos consumidores e saberão exatamente o que eles querem. É o que diz o artigo do New York Times, destacando que as preferências serão identificadas por meio do reconhecimento facial coletado quando os clientes entram nas lojas, dados de celulares ou, o uso de pop up store para e-commerces, com o intuito das empresas terem contato tête-à-tête com seu público  e entenderem melhor seus desejos. Leia mais no link acima.

 

Design Thinking em saúde
A Life, aceleradora de startups na área de saúde, realiza na quinta-feira (14), no Cubo, em São Paulo, um workshop sobre Design Thinking voltado a empreendedores interessados em se aprofundar nessa temática a partir do estudo de caso da startup Doutor Já. O encontro será facilitado pelo designer thinker André Lupu. Os ingressos custam 120 reais e podem ser comprados no link acima.

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