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Seleção Draft – Examinando a concorrência

- 2 de outubro de 2018
Saiba mostrar para os investidores o que te diferencia da concorrência (mesmo que seja apenas um detalhe).

Examinando a concorrência
O Startups.co traz dicas de como apresentar uma boa (e sincera) análise de concorrência para possíveis investidores. Segundo o texto, essa é a melhor forma do fundador provar que sabe onde está pisando e quais são suas reais chances. Entre as recomendações estão: saber falar dos pontos fortes de seu produto ou serviço; mostrar as oportunidades e onde seus competidores estão “comendo bola”; provar que áreas inexplorados realmente existem e que sua oferta é capaz de atendê-las; abordar seus pontos fracos (mas sem se subestimar) e estar preparado para lidar com possíveis ameaças de mercado. Leia mais no link acima.

 

Quando não há férias
Para a maioria das pessoas tirar férias é essencial, no entanto, Arianna O’DellFounder, fundadora da agência digital de design Airlink Design, conta que, depois que virou empreendedora, isso se tornou impossível. É claro que tudo é uma questão de como cada um administra seu tempo, mas no Inc. (link acima), ela fala de três práticas que adotou para aproveitar as brechas possíveis e ter uma rotina mais leve. As sugestões podem ajudar outros fundadores na mesma situação. A primeira é não trabalhar aos fins de semana, já a segunda é aproveitar viagens de trabalho para dar uma espairecida (caso haja flexibilidade de horário) e a terceira é não ter um cronograma de atividades engessado. Ela afirma que fala-se muito de produtividade, mas resume: “Meu segredo é trabalhar quando me sinto produtiva e não forçar a barra quando não estou com ânimo”.

 

Gig economy sem futuro?
A Vox cita um estudo do JPMorgan que analisou o segmento de plataformas online na gig economy e como elas mudaram desde 2013. A pesquisa mostra que pessoas que estão usando apps e sites para aumentar suas rendas (seja alugando um apartamento no Airbnb ou fazendo corridas pelo Uber, por exemplo) tiveram um aumento de 69% em suas receitas. No entanto, o texto traz a opinião de quatro especialistas sobre o tema (eles analisam o cenário nos Estados Unidos, mas a relação pode ser aplicada a outros países). Um deles aponta que essa forma de trabalho demonstra a precariedade do mercado, outro cita o problema da falta de especialização de mão de obra, o terceiro critica a escassez de benefícios e garantias para o trabalhador e, por fim, o quarto afirma que enquanto o mercado enxergar de forma pejorativa pessoas que têm mais flexibilidade na rotina, como os gig workers, a possibilidade desse sistema ir para frente é nula.

 

Aceleração BrazilLAB
Vão até dia 8 as inscrições para a 3ª edição do programa de aceleração BrazilLAB, que tem como objetivo estimular a cultura de inovação nos governos. A iniciativa busca soluções em seis diferentes áreas: educação empreendedora, saúde, segurança online e offline, inclusão social, gestão de pessoas e meio ambiente. As startups selecionadas receberão investimentos entre 50 mil e 200 mil reais, além de suporte para implementar suas invenções no setor público. Mais informações no link acima.

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