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Seleção Draft – Falta um empurrãozinho

- 13 de março de 2019
Às vezes é questão apenas de mais coragem para transformar o projeto paralelo em negócio.

Falta um empurrãozinho
No Medium, Darren Devitt, gerente de desenvolvimento de negócios da Amazon, lista cinco motivos que fazem com que um projeto paralelo degringole e não se torne um negócio. Primeiro, ele diz que quando o plano se inicia, tudo parece divertido e sem regras, mas se aquilo ganha a chance de virar, de fato, um produto, torna-se um compromisso, exige seriedade e perfeição. Como acabar com essa sensação? Checando cada pendência e definindo prioridades. A falta de foco também pode atrapalhar. Neste caso, ele indica adotar a mesma postura do trabalho diário, ou seja, rotina. Outro empecilho é achar que a criação precisa ser infalível. Seu conselho aqui é: “um produto imperfeito ainda é um produto, já um projeto é só um projeto”. Como um escritor, é possível também ter um “branco”. Pense em para quem o produto está sendo criado e as coisas tendem a ficar mais claras. Por fim, ele diz que a zona de conforto também faz as coisas empacarem. Aí é se jogar e dar um empurrãozinho para o destino! Leia mais no link acima.

 

Nada é instantâneo
Wil Schroter, fundador do Startups.co, escreve no link acima sobre a ilusão do sucesso instantâneo que ainda enfeitiça alguns empreendedores. Ele diz que não adianta apenas lançar uma startup, isso é só o início da jornada. Conseguir captar fundos também não é garantia de nada (ou de apenas uma coisa: você terá que pagar muita gente depois). Obter um bom valuation no mercado ainda não é sinal de vitória: “é apenas um número especulativo, raramente baseado em receitas reais ou histórico comprovado”, diz o autor. Manchetes na mídia podem até atrair novos clientes, mas ninguém é capa todo dia. Wil pode parecer pessimista, mas ele acredita que para construir algo real é necessário tempo, além de uma boa dose de paciência.

 

Mercado maduro
As startups com foco nos consumidores mais maduros estão ganhando cada vez mais espaço no mercado. É o que destaca o Crunchbase (link acima), citando negócios de tecnologia focados nos 50+. Segundo o texto, a ideia cultural antiquada de que os mais velhos não são versados digitalmente para usar as tecnologias disponíveis não combina com dados coletados sobre esse público-alvo. Um estudo recente mencionado no artigo que ouviu mais de 500 norte-americanos com mais de 50 anos mostra que 81% deles querem mais conexões sociais por meio de redes sociais, 82% usam smartphone e 90% têm um computador ou laptop. Apesar das informações serem dos Estados Unidos, a realidade brasileira não é diferente e a Economia Prateada está cada vez mais aquecida como mostra este artigo publicado no Draft.

 

Workshop de precificação
Acontece dia 24, na Unibes Cultural, em São paulo, o workshop “Formação de Preço para Empreendedores”. Ao longo da capacitação, que dura três horas, os participantes terão a oportunidade de conhecer os problemas causados por um preço mal definido e as melhores práticas para calcular o valor de um produto ou serviço. O encontro será facilitado por Verônica Maia, assessora de empreendimentos pela Aliança Empreendedora. As inscrições custam 180 reais e podem ser feitas pelo link acima.

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