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Seleção Draft – Filantropos

- 13 de fevereiro de 2015
Mark Zuckerberg
Mark Zuckerberg, um dos grandes filantropos da atualidade (Imagem: New Yorker/Reprodução).

Os novos filantropos bilionários. Nos últimos anos o perfil de um CEO de sucesso mudou bastante. Longe daquele executivo engravatado e engomado, temos Mark Zuckerberg representando o estereótipo descolado e bem sucedido. O perfil do filantropo também mudou. Se antigamente muitos bilionários passavam a doar dinheiro apenas depois de mortos ou muito velhos, hoje eles já dão dinheiro jovens, como é o caso de Zuckeberg, Nicholas Woodman (GoPro) e Jan Koum (WhatsApp).

Um dos principais motivos para o fenômeno está diretamente relacionado ao efeito startup, que permite mais jovens se tornarem bilionários e que, por terem uma nova mentalidade, felizmente, parecem dispostos a doar dinheiro. A New Yorker discorre sobre o tema.

 

Compartilhando fontes de energia. A Holanda é um dos países mais preocupados com a geração de energia elétrica sustentável. E é lá que vemos alguns dos modelos mais interessantes para compartilhá-la, como no caso da Vandebron, uma espécie de “Airbnb da energia verde”, onde empresas podem se cadastrar e negociar diretamente com os fornecedores de energia, pagando apenas pelo que consumirem. O Ekonomio explica melhor.

 

Aprenda a criar o storytelling da sua startup. Não importa se sua empresa é nova, ela deve ter uma boa história para contar – afinal, o mundo das marcas é feito de histórias. Para trabalhar o storytelling de uma startup, há algumas dicas básicas, que o pessoal da Fortune traz aqui.

 

Como você tem gasto seu tempo? “Invista seu tempo como dinheiro” é o título de eBook de Elizabeth Saunders. Para a autora, a questão de gerenciamento de tempo é simples: priorize o que é importante, não o que é urgente.

Ao definir o que realmente é importante e merece seu tempo, você poderá, de consciência limpa, abrir mão das coisas menores, que antes te consumiam. Ela explica melhor como.

Veja também:

“As pessoas acham que só fazer o bem – sem fazer contas – é o suficiente. Isso é aflitivo”

- 6 de dezembro de 2018
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