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Seleção Draft – Grávida e startupeira

- 6 de março de 2019
É preciso quebrar o tabu de que não é possível exercer o papel de mãe e empreendedora simultaneamente.

Grávida e startupeira
O The Guardian mostra que cada vez mais mulheres estão quebrando o mito de que estar grávida (ou ter um recém-nascido em casa) e ser fundadora de uma startup são ideias excludentes. O texto cita que, em janeiro passado, Amy Nelson, fundadora da rede de coworkings Riveter, postou no Twitter a imagem de seu ultrassom comemorando a chegada de sua filha. Historicamente, segundo o texto (link acima), isso sempre foi uma situação encoberta no ecossistema por medo de se perder investidores ou outras oportunidades. Ainda de acordo com o artigo, a situação está mudando justamente por causa de tweets como este, ou seja, por causa das redes sociais: “As mulheres estão se encontrando mais facilmente, em contraste com o isolamento que vivenciaram muitos aspirantes a fundadoras de gerações anteriores. Isso faz com que elas percebam que, mesmo estando grávidas, é possível fundar uma empresa porque outras mulheres já fizeram isso antes”.

 

Pontos fracos de robôs
Em uma era em que se fala tanto em automação, o questionamento sobre o futuro do trabalho é uma constante. Afinal, segundo informações do Fórum Econômico Mundial, as máquinas poderiam extinguir cerca de 7 milhões de vagas nos próximos anos. No entanto, o Computerworld destaca que o desemprego e a desigualdade social não serão uma ameaça se soubermos adotar o mindset adequado, levando em conta que robôs ainda não são capazes de imitar determinados capitais humanos, como a pró-atividade, a persuasão (nada como um bom argumento) e o raciocínio analítico. Leia mais no link acima.

 

O futuro dos wearables
Nesta manhã, a Fitbit anunciou vários novos dispositivos e o CEO James Park falou ao TechCrunh (link acima) sobre os apertos pelos quais a empresa passou nos últimos dois anos e as lições aprendidas com os wearables. Ele disse que foi importante ter adquirido outras três startups para agilizar a entrada de seus smartwatches no mercado (a Fitbit comprou a Pebble, a Vector e a Coin). No entanto, o impacto do lançamento de seus produtos não foi como esperado e, apenas em junho passado, o negócio começou a retomar a lucratividade, após várias medidas de corte de custos. Outra dificuldade ainda vivida pela empresa é encontrar seu nicho. “Nos vemos divididos entre ser uma empresa de consumo e ser uma empresa de saúde”, diz o CEO.

 

Compliance em startup
Acontece no próximo dia 13, no inovaBra Habitat, uma palestra sobre a importância do compliance para startups. O encontro vai abordar os seguintes pontos: como obter vantagens competitivas por meio de confiança e credibilidade, oportunidades de negócios, atração de investimentos, sustentabilidade, antecipação de problemas e identificação de riscos. A entrada é gratuita e as inscrições podem ser feitas pelo link acima.

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