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Seleção Draft – Histórias

- 23 de outubro de 2014
Diletto, uma história um pouco mais incrementada do que a realidade

A historinha do storytelling – O consumidor ficou mais atento a aspectos menos tangíveis dos produtos e serviços que adquire. Da procedência sustentável ao tratamento com fornecedores, passando pelo apreço por receitas familiares, tudo agora é levado em conta. Mas a ideia de usar o storytelling para comunicar essas coisas e deixar a empresa mais atraente precisa ter algum limite ético. Que muitas vezes é ultrapassado, como a Exame explorou nessa ótima matéria, crítica:

Sob muitos aspectos, é uma mudança benéfica, que coloca em evidência empresas que não se preocupam apenas em lucrar. Mas muita gente percebeu que quem tem uma boa história para contar acaba lucrando ainda mais.

 

Como o Google cria a sua cultura – O Google foi criado por Larry Page e Sergey Brin em 1998, e pelos anos seguintes, os dois estudantes de pós-graduação de Stanford tocarem o negócio revolucionário. Um pouco antes de fazer sua estréia na bolsa, em 2011, a dupla foi instigada por acionistas a chamar alguém experiente, de fora, para dar uma “supervisão adulta” ao negócio.

Eric Schmidt, que já era um veterano da indústria de tecnologia, foi o homem responsável pela tarefa, e ficou por quase uma década tocando e crescendo o negócio. Ele fez esses dias uma apresentação interessante de como ele próprio foi transformado, como ajudou a criar a cultura do Google e os desafios que qualquer empresa enfrenta nesse mundo de hoje. Confira os slides aqui:

Aceleradoras com dificuldades para engrenar – Nos últimos anos foram criadas várias aceleradoras no Brasil, que dão um apoio financeiro inicial (em troca de participação societária), mentoria e eventualmente oferecem espaço físico para que empresas nascentes possam crescer. A receita, que parece boa no papel, está tendo um choque de realidade.

A Folha fez uma reportagem mostrando que as aceleradoras ainda enfrentam dificuldades para conseguir fazer os exits: o índice de sobrevivência das empresas que passam por elas ainda é baixíssimo. Para mudar esse quadro, as aceleradoras estão mudando seus critérios de seleção, e apostando em educar melhor os empreendedores novatos.

 

Por que mudar a estratégia de conteúdo da sua empresa – O Social Media Hat, um site interessante que tem dicas diversas para quem quer montar um site, app ou aumentar a presença nas redes sociais, mudou radicalmente a sua estratégia de conteúdo recentemente. Isso aconteceu porque eles tinham uma estratégia “bem-sucedida demais” em SEO: bastante “relevância” nas pesquisas e visitantes novos a todo o momento. Mas isso não criou uma audiência leal, e limitou a criação de uma cara para quem escrevia.
Neste post, eles explicam a partir da própria experiência, com vários dados de Analytics abertos, como podem atingir o equilíbrio na estratégia de conteúdo.

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