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Seleção Draft – Inovação vazia

- 30 de julho de 2018
Para se gabar de inovação é preciso mais do que uma boa ideia e tecnologia.
Inovação sem consciência ambiental e social não funciona mais (ficou demodè, assim como as lâmpadas incandescentes).

Inovação vazia
Do que adianta uma ideia brilhante, o melhor modelo de negócio e uma tecnologia de ponta se o seu produto não leva em conta os impactos que causa na sociedade e no meio ambiente? É o que questiona Davida Ginter, fundadora da consultoria de sustentabilidade Be The Change. No Medium, ela diz que a inovação é “vazia” se o empreendedor não considera a mão de obra utilizada em seu projeto, os danos ecológicos provocados, os efeitos colaterais nos usuários etc. Mas ela não fica só na crítica e traz, no texto (link acima), dicas de como praticar a inovação com visão social e ambiental, entre elas: definir as necessidades a serem atendidas da forma mais detalhada possível, sair do escritório para conversar com seu público-alvo e estabelecer princípios básicos para que as “soluções” de sua empresa não gerem novos problemas.

 

Fatias de startup
O DCI fala sobre a adoção por algumas startups de participação acionária a membros de sua equipe como “ferramenta de engajamento”. A ideia, já comum no mundo corporativo, é estimular os funcionários a colaborarem mais ativamente no negócio. No entanto, no texto, especialistas aconselham fundadores a preferirem pagar melhores salários do que optarem por stock option (opção de compra de ações no futuro, quando a empresa estiver valorizada). Mas, se preferirem esta saída, recomendam colocarem o contrato em prática por meio do vesting, modalidade que permite ao colaborador acesso às ações apenas após um período mínimo de dedicação à startup. Leia mais no link acima.

 

Usos para os chatbots
Não é só para agilizar o atendimento ao cliente. Este é o uso mais comum dos chatbots, que podem ficar disponíveis 24 horas por dia, respondendo e fazendo perguntas e, com isso, coletar dados dos usuários. Mas de acordo com Donald Reis, diretor das empresas de assistentes virtuais Intelichat e Qualitor, eles servem também para recrutamento e seleção. No Computer World (link acima), o executivo diz que os bots podem fazer o primeiro contato com os candidatos, aplicando testes e fazendo avaliações, o que gera mais agilidade nos processos. Ele também afirma que os robozinhos podem atrair o público-alvo de uma marca com mensagens disparadas quando as pessoas acessam a página da empresa no Facebook ou site, o que segundo o autor, causa uma boa primeira impressão.

 

Gramado Summit
Acontece entre 8 e 10 de agosto, o Gramado Summit. Em três dias, a cidade do Rio Grande do Sul receberá mais de 100 startups de diferentes áreas, além de especialistas em empreendedorismo e inovação. Entre os palestrantes confirmados estão: Andreas Blazoudakis, cofundador da Movile, Lívia Cunha, fundadora da CUCO Health e Marina Dias, CEO da Gupy. Além dos debates, haverá uma “Batalha de Startups”, que premiará o melhor projeto com 100 mil reais, e o Sunset Summit, um open bar realizado todos os fins de tarde do evento para ajudar na consolidação de parcerias e networking. Os ingressos custam 999 reais e podem ser comprados no link acima.

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