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Seleção Draft – Não é molezinha

- 26 de setembro de 2018
Mudando a chavinha: passar de colaborador para empreendedor é um caminho um pouco "pedregulhoso".

Não é molezinha
A transição de empregado para empregador, ou seja, de funcionário para empreendedor, não é assim tão simples. Vem com os ônus e os bônus da mudança. No link acima, o e27 lista as dificuldades e desafios (já que falar de vantagens é sempre mais fácil) de assumir a posição de líder. São eles: estabelecer limites entre trabalho e vida pessoal; ter que se aprofundar nos problemas da empresa; sentir-se confortável no comando; preocupar-se com detalhes; ter em mente um cenário futuro e conviver com a insegurança.

 

Aceleradoras 2.0
Miklos Grof, autor de 16 relatórios sobre o ecossistema de startups no mundo, acredita que estão surgindo o que ele chama de aceleradoras 2.0. Em entrevista à Época Negócios (link acima), ele fala que essas novas versões são mais verticalizadas que as primeiras e não contam muito com exit (saída) como principal fonte de monetização, além de estarem próximas das corporações ou se tornando entidades sem fins lucrativos. Leia mais no link acima.

 

É preciso smart money
O Startupi (link acima) destaca que, muitas vezes, o conhecimento que um investidor-anjo traz ao negócio no qual investe (o smart money) é muito mais valioso do que qualquer aporte finaceiro. O texto traz a opinião de João Kepler, que acaba de lançar um livro sobre o tema (Smart Money – a Arte de atrair investidores e dinheiro inteligente para seu negócio). Para ele, o empreendedor deve escolher o seu investidor, e não o oposto. João também afirma ser importante que a pessoa que financia a startup já tenha empreendido antes, pois é a sua experiência que pode ajudar a transformá-la em um próximo unicórnio.

 

Incubação e Aceleração Nexus
Vão até domingo (30), as inscrições para os programas de incubação e aceleração do Nexus, hub de inovação do Parque Tecnológico São José dos Campos (SP). Os interessados, de qualquer cidade, podem se inscrever, mesmo que ainda não tenham CNPJ constituído. A incubação se estende por até dois anos e é focada em startups de base tecnológica. Já a aceleração tem até um ano de duração e mira startups digitais, com chances de  crescimento rápido. Mais informações no link acima.

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