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Seleção Draft – Não é só uma historinha

- 9 de abril de 2019
O empreendedor não deve focar apenas em números e previsões. É preciso um bom storytelling na hora de apresentar seu pitch.

Não é só uma historinha
O que separa o lançamento de startups promissoras daquelas consideradas apenas boas não é só o melhor modelo de negócio ou um produto mais atraente. São as histórias que elas contam. É o que destaca a Fast Company ao reforçar a importância do storytelling na hora do pitch. O texto (link acima) afirma que durante as apresentações, os fundadores tendem a focar muito em números e previsões, mas que as emoções também devem ganhar espaço. Entre os fatos que o artigo recomenda contar: qual sua origem (de onde vem sua paixão pelo tema; por que seu time é qualificado para resolvê-lo; os desafios que tiveram que superar até aqui), qual a conexão com o seu cliente (descreva a jornada do usuário, suas dores; fale por que ele enfrenta este problema; qual sua solução; e por que ela é melhor do que o que já existe no mercado), por fim, qual sua visão de futuro (o impacto que sua empresa terá sobre a vida dos usuários; como ela mudará o mundo; como enxerga o fracasso e o sucesso; e por que quem te escuta deveria se importar com o que você fala).

 

Antes dos 30
A idade certa para fundar uma empresa ainda é uma polêmica. A média, segundo diversos estudos, é por volta dos 40 anos. Mas logicamente não existe uma regra ou uma faixa etária restritiva e sempre é possível encontrar levantamentos e artigos defendendo um número mágico. O foco da Forbes (link acima), no entanto, é mais específico: aborda cinco vantagens de lançar uma startup antes dos 30 — claro que tudo é bem relativo. São elas:

1) Não há nada a perder neste ponto de sua carreira;
2) Ainda não existem tantas responsabilidades com que se preocupar;
3) A inexperiência te faz mais ousado;
4) Haverá mais energia (física e emocional) para investir no negócio;
5) Ainda há “todo tempo do mundo” para falhar ou obter sucesso.

 

Verde e próspero
Imagine ser um investidor da Microsoft na época em que a empresa fez seu IPO, em 1986. Para Scott Douglas Clary, fundador do site sobre empreendedorismo e inovação ROI Overload, os investidores do mercado de cannabis vivem este mesmo momento. É claro que o autor fala de uma realidade estrangeira (especificamente dos Estados Unidos e do Canadá), mas a leitura de seu artigo no link acima serve para entender esse nicho “verde” que está em expansão na América do Norte. Segundo ele, a venda da cannabis legalizada representou, em 2018, 10,8 bilhões de dólares (e deve chegar a 47,3 bilhões de dólares até 2027).

 

Gerenciamento da Inovação
Estão abertas as inscrições para o curso  “Gerenciamento da Inovação: aprendendo a prototipar soluções de negócio”, oferecido de forma online e gratuita pela Bayer. A iniciativa tem como objetivo ensinar novas metodologias de inovação, aplicá-las e testá-las, trocar experiências e receber feedbacks de outros participantes e do time de inovação da empresa. O curso, dividido em três módulos, é oferecido em parceria com a Universidade St. George, de Londres. Mais informações no link acima.

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