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Seleção Draft – Não é sobre madrugar

- 26 de fevereiro de 2019
Produtividade não tem a ver com a hora que seu despertador toca, mas com a qualidade do seu sono.
Produtividade não tem a ver com a hora que seu despertador toca, mas com a qualidade do seu sono.

Não é sobre madrugar
Ser produtivo não significa estar sempre online, deixar a vida pessoal de lado para se dedicar à carreira e cumprir tarefas obstinadamente. Na verdade, são justamente essas “falsas metas” que podem sabotar seu rendimento. Na Época Negócios, Marc Tawil, head da Tawil Comunicação e comentarista da Rádio Globo, lista sete mitos que impedem as pessoas de serem mais eficientes. Entre eles, acreditar que trabalha melhor quem atua sob pressão (aprenda a lidar com sua bagunça diária sem prejudicar a saúde mental e o corpo); produtividade é só sobre vida corporativa (que tal levar metade do tempo para cumprir com o trabalho e usar o resto para a família, livros, projetos pessoais?), criativos e inspirados chegam mais longe (impossível estar inspirado 24/7), e só performa quem acorda cedo (aqui o autor destaca que o determinante é um sono de qualidade, não importa que horas o alarme toque). Leia mais no link acima.

 

O mito da comida feia
A Vox traz uma entrevista com Sarah Taber, cientista agrícola, consultora de empresas da área e responsável pelo podcast Farm To Taber. No link acima, ela diz que é besteira a ideia de que startups que revendem frutas e legumes “feinhos” sejam a solução para o desperdício (o texto cita a Misfits Market e a Imperfect Produce, mas aqui no Brasil temos, por exemplo, a Fruta Imperfeita). Os empreendedores alegam que esse modelo de negócio evita a perda de toneladas de alimentos e torna os consumidores mais conscientes. Já a cientista afirma que a maioria dos vegetais que não tem a aparência ideal para as gôndolas dos supermercados não é simplesmente descartada, mas acaba sendo utilizada pela indústria alimentícia (em molhos e geleias), serve para fertilizar o solo e alimentar animais. Sarah não invalida a ideia das startups, mas sua posição serve de alerta para empresas que querem se vender como “heroínas” da causa que for, pois os questionamentos sempre virão.

 

Millennials, aprendam!
O escritor freelancer Chidike Samuelson, ele mesmo pertencente à Geração Y, diz que os millennials ainda têm muito a aprender sobre negócios com fundadores que vieram antes. Segundo um estudo mencionado por ele, no Entrepreneur (link acima), e que leva em conta dados dos Estados Unidos de 2014, menos de 4% das pessoas de 30 anos estão ativamente empreendendo, em comparação com 5,4% da Geração X e 6,7% dos baby boomers quando tinham a mesma idade. Após ouvir alguns millennials que tiveram êxito, ele compartilha o que é necessário para seguir nessa jornada:

1) Parar de ficar experimentando e escolher, de fato, algo para fazer;
2) Buscar disrupção a partir de uma  inovação que já existe (sem querer inventar a roda);
3) Entender que se tudo girar em razão de você, sua empresa não irá durar;
4) Saber que ninguém se constrói sozinho (a velha ideia de “self made man/woman”).

 

Estação Hack na Estrada
Estão abertas as inscrições para o programa gratuito e itinerante de mentoria do Facebook e da Artemisia em quatro cidades: Brasília, Manaus, Rio de Janeiro e Recife. A iniciativa oferecerá apoio para 25 startups de impacto social e ambiental (em qualquer fase) de cada município, com direito a mentoria individual, suporte para modelagem do pitch e feedback de especialistas. Além disso, um empreendedor de cada capital será convidado para uma vivência dentro da Estação Hack, em São Paulo. Cada cidade tem um prazo final para a inscrição. Mais informações no link acima.

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