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Seleção Draft – Não, não e não

- 22 de outubro de 2018
Negativas precisam fazer parte do dia a dia de um CEO.

Não, não e não
Jeff Kupietzky, CEO da PowerInbox (tecnologia de monetização de newsletters), escreve no The Next Web que um CEO que sabe dizer “não” tem mais chances de fazer a empresa crescer. No texto, ele destaca coisas é preciso negar veemente: excesso de aporte financeiro (ofertas “generosas demais” de fundos podem levar à morte precoce da startup pela pressão por resultado que trazem consigo); pensar primeiro nas vendas e só depois no produto (errado!); ostentar grandiosidade com um escritório incrível quando se pode optar por trabalho remoto; e ser possessivo com suas criações, em vez de vender unidades do negócio que não vão tão bem para focar no que está dando certo. Leia mais no link acima.

 

Mais manutenção, menos inovação
O The Economist (link acima) destaca: “A manutenção é tão importante quanto à inovação”. No entanto, avalia que a primeira tem menos glamour e é mais difícil de ser mensurada, por isso, empresas (e governos) não investem em reparos. O texto conta, porém, que já existem iniciativas esparsas que buscam seguir essa linha, como um projeto de lei aprovado, em março deste ano, na Califórnia (que passou a ser o 18º estado americano a exigir o “direito de reparação”), obrigando fabricantes a tornarem seus manuais de produtos mais acessíveis aos clientes e oficinas independentes.

 

Ainda sou startup?
“É hora de redefinir o conceito de startup?” É este o questionamento de Brian de Haaff, fundador da empresa de software Aha!, no VentureBeat. Ele diz que começou a pensar sobre o assunto após a divulgação da lista do LinkedIn das melhores startups de 2018. Entre as ranqueadas estavam a Lifyt e, no ano passado, Uber e Airbnb. Para ele, nenhuma dessas empresas se enquadra mais nessa categoria. Ele afirma:

“Uma startup é uma empresa que ainda precisa provar seu produto, adequação de mercado e liderança, além de estar se esforçando para validar seu modelo de negócio”

No texto (link acima), ele aponta métricas que utiliza para entender se um negócio já deixou de pertencer a esse ecossistema (para os padrões americanos), tais como: ter mais de cinco anos, acima de mil usuários pagantes, mais de 100 membros na equipe e de 50 milhões de dólares de receita anual.

 

Hangar
Vai até até o próximo domingo (28) o prazo para se inscrever no Hangar, iniciativa do Civi-co, Pipe Social e Quintessa para impulsionar negócios na validação de um modelo escalável, lucrativo e que gere impacto socioambiental. Em três meses e meio de duração, os selecionados participarão de workshops, mentorias e encontros individuais, além de ter a chance de apresentar seus pitches a potenciais investidores e acesso à rede de relacionamentos Hangar. O investimento no programa é de 6.320 reais (para até dois fundadores). Mais informações no link acima.

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