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Seleção Draft – O desertor da Netflix

- 20 de agosto de 2018
Entre o certo e o duvidoso, um dos fundadores da Netflix resolveu sair do negócio, em 2002.

O desertor da Netflix
Como Mitch Lowe poderia imaginar que a empresa de streaming de vídeos que fundou junto com mais dois amigos valeria hoje 130 bilhões de dólares? Sim, estamos falando da Netflix. Em entrevista à Exame, ele conta que, por medo de perder tudo, acabou abandonando o barco, em 2002, logo depois de o negócio abrir capital. Um ano antes, o mercado havia entrado em colapso e o preço das ações variava muito, o que explica seu temor, como destaca:

“Muitos amigos meus que estavam em startups perderam tudo. Em um momento estavam ricos e, dois minutos depois, estavam pobres”

Na época, as ações da Netflix oscilavam entre 9 e 15 dólares. Hoje, são negociadas a 316 dólares… Apesar dos pesares, Mitch continua no ramo audiovisual — mas em uma startup que ainda precisa se provar — a Movie Pass, serviço de assinatura para quem quer ir ao cinema nos Estados Unidos. Leia mais no link acima.

 

Hora de arrumar a casa
Stephen George, CEO da Surkus (plataforma que conecta empresas promotoras de eventos a influenciadores) aborda, no Entrepreneur, a dura tarefa de “arrumar a casa”, ou seja, substituir funcionários para que uma startup volte a crescer — quando esse é o motivo da estagnação. No link acima, ele diz que modificou 99% de sua equipe, a começar pelos cofundadores. Sobre colaboradores, indica estipular prazos em relação às novas contratações para que não sejam feitas no desespero, permitindo construir, aos poucos, um novo time “à prova de balas”.

 

Criatividade enlatada
André Lombardi, psicólogo e parte da equipe de diretores de Whatever da Perestroika, escreve no Medium (link acima) sobre a saturação e o lugar comum das definições e termos ligados à criatividade, tais como “dom”, “habilidade que pode ser treinada” e “métodos e processos para criação”. Para ele, existem coisas, como esse termo, que repetimos à exaustão sem questionar, até o ponto em que elas acabam virando realidade. No entanto, André afirma que o criar só pode ser encontrado na dúvida, na incerteza, na loucura e no vazio — e não no adestramento ou na técnica científica, como a sociedade nos faz crer.

 

TICNOVA
Acontece entre quinta-feira e domingo (23 e 26), no Paraná, a 6ª edição do TICNOVA. O evento de tecnologia e inovação pretende reunir mais de duas mil pessoas no Sebrae de Maringá, com assuntos voltados ao interesse de desenvolvedores, negócios, startups, melhoria do software brasileiro e criatividade. Entre os temas das mais de 50 palestras: “Como captar investimentos na China”, “IoT é mais que somente conectar algo a Internet”, “Como mudar a minha monetização e o lado humano das Smart cities”. Os ingressos custam 448 reais e podem ser comprados pelo link acima.

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