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Seleção Draft – O primeiro encontro

- 16 de agosto de 2019
Para que a primeira reunião com o investidor termine em brinde é preciso ser conciso sobre o que sua startup faz, quem é seu time e seu modelo de negócio.

O primeiro encontro
“Um VC geralmente é apresentado a mais de mil empresas por ano, se reúne com duzentas e investe em apenas duas. Isso significa que em 80% do tempo, os investidores decidirão não se encontrar novamente com os empreendedores quando forem introduzidos a um projeto.” É o que afirma Tomer Dicturel, cofundador da Epic.AI (empresa desenvolvedora de AI e tecnologias de blockchain), que no Medium compartilha os pontos que um VC analisa em um negócio antes de fechar acordo. Ou seja, no primeiro “encontro”, é preciso esclarecer as seguintes questões (link acima), caso queira garantir a oportunidade de uma segunda reunião e, quiçá, um aporte:

1) Quem é o time da startup (investidores investem em pessoas!);
2) O que faz sua empresa (descreva em menos de 30 segundos);
3) O tamanho do seu mercado (não tente generalizar problemas!);
4) Detalhes do seu modelo de negócio e como planeja expandir a receita;
5) Suas chances de tração (isso pode ser resolvido com metas iniciais de vendas).

 

MP da liberdade econômica
Na quarta-feira (14), a MP da liberdade econômica foi aprovada na Câmara  por 345 votos a favor. O texto, assinado em abril por Jair Bolsonaro, sofreu algumas mudanças antes da tramitação entre os deputados. O objetivo da MP é desburocratizar e facilitar a vida do empreendedor, eliminando, por exemplo, a necessidade de alvará e licenças para atividades de baixo risco e substituindo o e-Social por um modelo mais simples. O mesmo texto também causou polêmica em relação às mudanças trabalhistas, como a flexibilização do trabalho aos domingos. A proposta segue agora para o Senado, onde deve ter a análise concluída até 27 de agosto. Veja mais informações no artigo acima da Folha de S.Paulo.

 

Medo do reconhecimento facial
Segundo um artigo publicado no CNET (link acima), em sua nova versão, o sistema Rekognition — de reconhecimento facial da Amazon — agora consegue distinguir o medo na expressão humana. A tecnologia já conseguia determina felicidade, tristeza, raiva, surpresa, nojo, calma e confusão. Mas medo mesmo é o que o reconhecimento facial está causando no mundo. A Vox relata que nos últimos meses, três cidades americanas (São Francisco, Oakland e Somerville) aprovaram leis para proibir o uso pelo governo da controversa tecnologia. A ACLU, organização americana dedicada às liberdades civis, é uma das entidades que luta contra o uso desse recurso pela polícia e já conseguiu que 13 cidades impedissem a instalação local desse meio de “vigilância” (o que não impede a legislação federal de empregar o reconhecimento facial). “A ideia de que o governo pode identificar ou rastrear pessoas quando estão em um protesto ou visitando um médico é muito preocupante”, diz Neema Singh Guliani, membro da ACLU.

 

Salário em criptomoedas
Já pensou em receber seu holerite em criptomoedas? Pois na Nova Zelândia isso será possível a partir de 1º de setembro. O país se tornou o primeiro a legalizar a remuneração desta forma desde que os pagamentos sejam regulares e fixos — não incluindo trabalhadores autônomos –, como destaca a Isto É Dinheiro (link acima). Além disso, a criptomoeda precisa estar atrelada a um dinheiro físico. Nesta semana, outro país entrou na onda: a China anunciou que está prestes a lançar sua própria moeda digital.

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