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Seleção Draft – O que aprender com os bebês?

- 25 de outubro de 2019
Bebês e empreendedores em fase inicial podem ter muito em comum.

O que aprender com os bebês?
Basicamente duas coisas: cair e levantar (de preferência, sem chorar). No Medium, Ryan Holmes, CEO do Hootsuite, brinca ao analisar o desenvolvimento de sua filha, que está dando os primeiros passos: “Os bebês caem o tempo todo, por que é tão difícil para os adultos?”. Ele diz que é hora de parar de olhar para empreendedores como pessoas de sorte e entender que eles se constroem a partir de muitos tombos. A lição pode parecer banal, mas ele afirma, no link acima, que só percebeu que esse é o ciclo natural também para o mundo dos negócios observando a filha tropeçar e seguir adiante com toda a determinação do mundo, pronta para começar a andar de verdade!

 

Pesquisa RME
Foi divulgada nesta semana a 4ª edição da pesquisa “Empreendedorismo no Brasil: um recorte de gênero”, promovida pelo Instituto Rede Mulher Empreendedora e realizada pela Plano CDE, com apoio da ONU Mulheres junto a 2.600 empreendedores de todo o país. Pela primeira vez, o estudo traz comparações entre negócios liderados por mulheres e homens destacando as diferenças no perfil e na motivação para empreender, e ainda na gestão financeira e no acesso a crédito. No ebook (link acima), onde é possível ter acesso ao levantamento na íntegra, destaca-se que as mulheres empreendem mais tarde que os homens: enquanto 41% deles começam entre 18 e 29 anos, 37% delas iniciam o negócio entre 30 e 39 anos. Por outro lado, as empreendedoras têm maior grau de escolaridade (37,5% concluíram uma pós-graduação, contra 15% dos homens). Quando questionadas sobre a motivação para empreender, as mulheres citam maior flexibilidade de horários, já os homens querem obter maior renda e crescimento profissional.

 

SoftBank no controle do WeWork
O fundo de investimento japonês vai assumir o controle da empresa de coworkings, após injetar US$ 9,5 bilhões no negócio. Depois de um acordo, o cofundador Adam Neumann deixará o cargo de CEO, mas não de mãos vazias. Ele receberá US$ 1,7 bilhão e continuará no board da empresa. Segundo o TechCrunch (link acima), com a ajuda do SoftBank, o WeWork passa a valer US$ 8 bilhões — o que é pouco perto dos USD 47 bilhões pré-IPO (rejeitado pelo mercado), mas já ajuda a companhia a sair da crise.

 

Abundância na recessão
Quem disse que a crise não é um cenário favorável para o empreendedorismo? O VentureBeat contesta essa ideia, apontando que o unicórnio Uber foi fundado em março de 2009, quando os Estados Unidos enfrentavam sua pior recessão desde 1930. Em maio deste ano, a empresa alcançou um IPO de nada mais nada menos que US $ 82,4 bilhões. O artigo menciona outros negócios que nasceram em épocas de “vacas magras”, como o Airbnb, fundado em agosto de 2008 e atualmente avaliado em US $ 35 bilhões, e o Pinterest, de dezembro de 2009 e avaliado pela última vez em US $ 10,6 bilhões. Claro que isso não é a regra, mas outros exemplos provam que as recessões são propícias ao surgimento de grandes empresas, como mostram Apple, Microsoft, General Electric, IBM, General Motors e Disney. Os períodos de “boom” econômico oferecem oportunidades óbvias, como a alta demanda, no entanto, existe uma maior competição. Por outro lado, as fases de desacelerações eliminam modelos e produtos  obsoletos, reduzem a concorrência pelos melhores talentos e e até por espaços de trabalho. Leia mais no link acima.

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