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Seleção Draft – Para não dizer que não falamos da Libra

- 21 de junho de 2019
A criptomoeda do Facebook, a Libra, deve ser lançada na metade de 2020.

Para não dizer que não falamos da Libra
O Facebook anunciou na terça-feira sua própria criptomoeda: a Libra. Segundo o MIT Technology Review (link acima), a rede social não está sozinha nesta empreitada: se juntou com outras empresas — Uber, Lyft, PayPal, eBay, Spotify, Vodafone, Mercado Livre, Visa e MasterCard — para lançar a moeda que deve começar a circular a partir da metade do ano que vem. O foco são pessoas que moram em países estrangeiros e pagam altas taxas para enviar dinheiro aos familiares que vivem em outras localidades. Com a carteira virtual de Libras, os usuários poderão fazer transferências, sem custo algum, via WhatsApp e Messenger, por exemplo. Entre os diversos pontos em discussão desde o anúncio, um é o de que a rede social social estaria usando seu alcance para dar acesso a uma conta bancária a 1,7 bilhão de usuários desbancarizados. Outro é que o sistema pode acabar com uma das premissas das criptomoedas, a descentralização, já que a Libra não vai flutuar livremente, sendo lastreada por títulos de países com economias fortes.

 

Robôs terapeutas
O uso de inteligência artificial para realizar atendimento psicoterapêutico por chatbot está em alta. Não à toa a startup brasileira Youper (sediada em São Francisco, nos EUA) acaba de receber um aporte de 3 milhões de dólares, como conta o TechCrunch. De acordo com o texto, enquanto alguns especialistas acreditam que os bots vão revolucionar a saúde mental, outros estão preocupados com a “ética” dos robôs. A equipe do Youper, que já teve sua história contada aqui no Draft, diz que os chatbots são mais acessíveis que os terapeutas por serem menos estigmatizados. “Em média, uma pessoa leva dez anos para buscar um psicólogo. Com um aplicativo, isso pode acontecer em dez minutos”, afirma Jose Hamilton, psiquiatra e um dos cofundadores da startup. Leia mais no link acima.

 

Como se levantar
Na Fast Company, Chris Wolfington, CEO da FinPay (empresa de gerenciamento financeiro para pacientes), afirma que para a maioria dos empreendedores falhar é um dos maiores medos. No entanto, trata-se de algo inevitável e que pode ser enfrentado sem tanto pavor. De sua própria experiência, com a falência de sua antiga empresa, após um executivo sênior cometer peculato, ele compartilha algumas lições para encarar os fatos de frente e se levantar: ter princípios orientadores (caso não saiba que caminho seguir, espelhe-se em alguém que considere um exemplo); estar disposto a aprender (principalmente quando estiver em apuros, é bom entender outras perspectivas); focar em resolver um problema por vez (é prudente pensar no futuro, mas ir longe demais pode fazer com que você não veja as coisas claramente no presente). Por fim, o autor dá mais um estímulo no link acima:

“A falha não te define. Não é o fim, apenas o começo se você estiver disposto a se levantar novamente”

 

5G até 2024
Daqui cinco anos, 45% da população mundial deve estar coberta pela quinta geração das comunicações móveis. É o que aponta a análise do Mobility Report 2019, da Ericsson. Um aumento de 27% na comparação com o estudo de 2018, de acordo com o inova.jor (link acima). Mas para isso, a empresa responsável pela pesquisa destaca que é preciso diferentes esforços, como smartphones preparados para a tecnologia e novas redes. A expectativa é que a adoção seja mais rápida na América do Norte, com previsão de 63% das assinaturas móveis, seguida pelo Nordeste da Ásia (47%) e pela Europa (40%).

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