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Seleção Draft – Poker face

- 28 de fevereiro de 2018
Manter as emoções sob controle pode ajudar um líder. Mas todo mundo é humano, sorria de vez em quando! (Imagem Pixabay/Reprodução).
Manter as emoções sob controle pode ajudar um líder. Mas todo mundo é humano, sorria de vez em quando! (Imagem Pixabay/Reprodução).

Poker face
A Forbes (link acima) aponta que é comum líderes não demonstrarem suas emoções e destaca isso como uma boa estratégia para algumas situações. Mas, dependendo do caso, diz ser preciso que mostrem toda sua “humanidade”. O texto indica manter uma “poker face” durante um conflito a fim de acalmar os ânimos. Em uma reunião, também ressalta ser adequado o líder deixar os outros se expressarem antes para evitar a concordância generalizada e matar a inovação. Por outro lado, recomenda que, ao dar feedbacks — especialmente os positivos, — não haja economia de emoções, assim como na hora de reconhecer a produtividade da equipe e incentivá-la.

 

Lições das mais inovadoras
O que se pode aprender com as empresas mais inovadoras do mundo, segundo o ranking deste ano da Fast Company? O editor Robert Safian selecionou 13 lições que considera um roteiro do que há de mais importante na economia da inovação. Entre elas, ter responsabilidade social (a exemplo da Patagonia, que investe em reciclagem e materiais sustentáveis), ver a diversidade como uma oportunidade (a Sephora criou uma gama maior de tons de pele para suas maquiagens) e aproveitar o timing (como fez a Amazon ao diversificar suas ofertas, adquirindo uma rede de alimentos saudáveis). Leia outros exemplos no link acima.

 

Descobrindo a América Latina
A América Latina está despontando como um “novo campo de batalha” para investidores do Vale do Silício e da Ásia. É o que diz Julie Ruvolo, diretora da LAVCA (Latin American Private Equity & Venture Capital Association) no TechCrunch. Ela afirma que de 2013 para cá, 25 novos fundos aportaram no continente, como Accel Partners, Sequoia Capital e Y Combinator. No entanto, ressalta, no link acima, que as startups latinas continuam pouco capitalizadas em comparação ao resto do mundo (foram 500 milhões de dólares investidos em 2016). A autora também cita o interesse das gigantes de tecnologia na região, destacando o Brasil e o México como principais mercados para empresas como Google e Facebook.

 

Quebrei minha empresa
Acontece nesta sexta-feira (2), em Porto Alegre, um evento que busca quebrar o tabu em relação ao insucesso. No “Quebrei minha empresa. E agora?”, o publicitário Max Alexandre Rathk, empreendedor de uma agência de comunicação que quebrou no início da crise, vai contar os aprendizados dessa experiência e abordar temas como: escolha de sócios, erros e acertos financeiros, dúvidas sobre crescimento e como lidar com a morte de um negócio. Os ingressos custam a partir de 30 reais e podem ser comprados pelo link acima.

Veja também:

“Para inovar, tenho que ter os pés no chão, no hoje, e a cabeça no futuro”

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