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Seleção Draft – Reprodução de unicórnios

- 7 de junho de 2019
Estão brotando unicórnios no Brasil!

Reprodução de unicórnios
Mais uma startup brasileira atingiu o status de unicórnio esta semana: a Loggi. Após receber um aporte de 150 milhões de reais dos fundos Softbank, GGV Capital, Fifth Wall, Velt Partners e Microsof, o negócio se tornou a oitava empresa nacional a alcançar o valuation de 1 bilhão de dólares. Segundo a Exame, a startup de logística (que entrega de documentos a comida) vai usar os recursos para montar uma equipe com mais de mil desenvolvedores. A Loggi realiza atualmente 100 mil entregas por dia e quer chegar a 5 milhões nos próximos cinco anos. Leia mais no link acima.

 

Futurista, mas nem tanto
E falando em logística, uma entrevista dos fundadores da Kiwi Campus, startup de robôs de delivery na Califórnia, mostrou que o negócio não é tão high tech assim. Ao San Francisco Chronicle, eles contaram que os “entregadores” não têm grande autonomia. De acordo com o link acima, a empresa paga para trabalhadores colombianos dirigirem remotamente as máquinas (cada um fica responsável por três dispositivos e consegue ver pelos seus “olhos” por meio de câmeras instaladas na frente dos carrinhos de entrega). Detalhe: os profissionais contratados recebem apenas 2 dólares por hora de serviço.

 

Meu emprego está seguro?
Pela notícia anterior dá para ver que não será tão cedo que as máquinas irão substituir os homens. No Medium, a jornalista Erica Buist reforça essa questão mostrando que cada vez mais as habilidades humanas serão valorizadas. Ela afirma, no link acima, que antes pessoas que ocupavam vagas em “trabalhos não qualificados” tinham medo de perder seus postos para empregados “mais baratos ou facilmente explorados”, ou “gente especializada tinha medo de perder sua vaga para pessoas mais habilidosas”, agora a questão é outra:

“O refúgio mais seguro pode ser simplesmente a autenticidade e a inimitabilidade humanas”

 

União de forças
A Fast Company (link acima) traz dicas do coach Greg Githens de quando vale a pena para um negócio menor se aliar a outro com maior potência para ganhar visibilidade e recursos. Segundo o autor, a primeira coisa é garantir que os valores das duas empresas estejam em sintonia. Além disso, saber se haverá tempo suficiente para despender nesse acordo (afinal, com a colaboração, as tarefas acabam por aumentar e pode haver perda de poder estratégico em alguma esfera). Também é preciso entender se há um parceiro ideal no seu mercado de atuação e fazer testes antes de fechar um contrato.

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