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Seleção Draft – Solte a linha

- 12 de Janeiro de 2018
Mais liberdade: Deixe seu time aprender a voar sozinho (Pixabay/Reprodução).
Mais liberdade: Deixe seu time aprender a voar sozinho (Pixabay/Reprodução).

Solte a linha
É difícil de escutar isso, mas nem sempre um negócio precisa de seu fundador. Ou, pelo menos, de sua atenção e presença em tempo integral. No Entrepreneur, a especialista em recrutamento Heather R. Huhman, indica três situações em que o CEO é dispensável e deve abrir espaço para que sua startup e seu time se desenvolvam sozinhos: quando ele não é o especialista nas tarefas a serem executadas, há desequilíbrio entre sua vida pessoal e profissional e os colaboradores precisam evoluir, mas suas opiniões acabam “esterilizando” o aprendizado. Leia mais no link acima.

 

Treinar mentores
Em seu blog no Estadão (link acima), o consultor Roberto Lobo aponta alguns motivos para justificar a baixa posição do Brasil — 80º lugar — no índice global de inovação e competitividade, o Global Innovation Index. Para ele, apesar de sermos o 8º país com maior número de startups, a burocracia e as deficiências da infraestrutura nacional, além da deficiências na educação básica ainda são um entrave. No entanto, o autor cita fatores menos evidentes, que contribuiriam para o mau desempenho: a falta de treinamento dos mentores e as consequências negativas de uma mentoria mal feita. Ou seja: também é preciso se preparar para saber como compartilhar experiências e aconselhar sem prejudicar os pupilos.

 

Precisa ser único?
Rahul Varshneya, cofundador da consultoria para serviços de software Arkenea.com, questiona, no Inc, a necessidade de um produto ser inédito para ter sucesso. Ele afirma que nem sempre isso é um fator de atração para os consumidores e recomenda (no link acima) que o empreendedor, antes de tentar reinventar a roda, saiba responder: qual é a genialidade de sua ideia, que valor ela gera ao consumidor e se a opinião de seu público está sendo levada em conta.

 

Aceleração para Construtech
A construtora Andrade Gutierrez, em parceria com a Next Consulting, acaba de lançar uma aceleradora focada em negócios com soluções para a indústria de engenharia e construção. A Vetor AG pretende desenvolver e testar em campo tecnologias para reduzir custos, mão de obra e duração dos projetos. As inscrições para o programa vão até dia 16 de fevereiro e podem ser feitas pelo link acima.

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