SPONSORS:

Seleção Draft – Trabalho do futuro

- 14 de dezembro de 2015
O trabalho do futuro vai trazer mudanças muito além do tempo e espaço físico (Imagem: C_osett - Flickr/ Reprodução)

Como o trabalho vai mudar no futuro?
Não é só a expansão da economia criativa que pode mudar o jeito como trabalhamos. A Fast Company publicou hoje um artigo sobre tendências que podem pautar o trabalho no futuro nos Estados Unidos – e refletidas por aqui –, quase todas ligados à tecnologia ou ao desenvolvimento do empreendedorismo:

1) Tchau, metrópoles: o custo de vida alto dos grandes centros urbanos e as possibilidades de trabalhos remotos podem levar profissionais a cidades menores;
2) Com tantos sistemas e linguagens se desenvolvendo, também veremos um aumento de trabalhos para tecnólogos que dominam muitas linguagens de programação;
3) Ao mesmo tempo, esses tecnólogos podem ser contratados para trabalhos de curta duração, que utilizam apenas um tipo de conhecimento;
4) Seremos mais seletivos: uma promoção não será o fator decisivo para ficar em um emprego, também levarmos mais em conta fatores como qualidade de vida e crescimento pessoal;
5) O boom do empreendedorismo: além do ecossistema de startups estar cada vez maior, é bom lembrar que uma economia disruptiva também é feita por freelancers.

Leia a reportagem completa no link acima.

 

Em busca de uma AI “do bem”
Um dos maiores nomes da tecnologia moderna, Elon Musk já declarou seu temor de que a inteligência artificial saia de sintonia com os seres humanos. Por isso, o CEO da Tesla se juntou a Sam Altman, presidente da Y Combinator, para criar uma startup open source focada exclusivamente em pesquisar a AI. A reportagem do Business Insider, no link acima, diz que a empresa, batizada de OpenAI, já tem financiamento garantido de 1 bilhão de dólares e vai encorajar pesquisadores a compartilharem seus trabalhos. Um comunicado do projeto diz:

“Acreditamos que a AI deva ser uma extensão das necessidades humanas, distribuída até o limite que a segurança permitir”

 

Startup contra a dengue
A partir de janeiro de 2016, uma algoritmo de inteligência artificial criado pela Aime, uma startup da Malásia, poderá ajudar a combater o surto de dengue em São Paulo. Selecionada no Pitch Gov deste ano, a empresa foi criada na Singularity University e pode prever, com até três meses de antecedência, quais serão os locais com maior incidência dessas doenças. Segundo a reportagem do Link Estadão, no link acima, a tecnologia começará a ser testada em janeiro de 2016, e em breve poderá ser aperfeiçoada para detectar casos de chikungunya e zika, também transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

 

Think Twice Brasil
Na próxima sexta-feira, dia 17, o Think Twice Brasil, projeto criado por Gabriele Garcia e Felipe Brescancini, vai promover um papo sobre experiências de empatia. O evento acontece na Hiperespaço, em São Paulo, e tem o intuito de engajar pessoas em um movimento de consciência social e política que contribua para a mudança da sociedade. Muna e Wessam Darweesh, do Migraflix, serão os responsáveis por preparar quitutes sírios. As incrições podem ser feitas pelo link acima, no valor de 35 reais. As vagas são limitadas.

2708 Total Views 2 Views Today
Veja também:

Verbete Draft: o que é AIoT

- 17 de julho de 2019