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Seleção Draft – Unicórnios nem sempre dão lucro

- 27 de março de 2019
Tem pato disfarçado de unicórnio, mas o mercado parece não estar nem aí.

Unicórnios nem sempre dão lucro
A tese do artigo acima é de que nem sempre unicórnios dão lucro mas, para os investidores de Wall Street, mais vale ter o nomes de pesos em seus portfólios e apostar no potencial dessas startups do que deixá-las dando sopa por aí. O TechCrunch fala de uma realidade norte-americana, mas a leitura do artigo vale a pena para quebrar mitos. Um bom exemplo é a Lyft, que deve fazer uma oferta pública na bolsa esta semana, mas registrou perdas de 911 milhões de dólares em 2018 (o que faz com que seja a startup dos EUA que mais perdeu dinheiro entre as que abriram capital). Por outro lado, a receita de 2,2 bilhões de dólares do último ano também coloca a empresa no topo da lista de maiores faturamentos para um negócio pré-IPO. E é exatamente esse burburinho que o mercado e Wall Street, especificamente, querem.

 

Comida feita por AI
O Startupi (link acima) repercute a vinda da foodtech mais badalada do momento, a NotCo, para o Brasil. A startup chilena, que recebeu investimento de Jeff Bezos, utiliza uma AI, chamada de Giuseppe, para recriar alimentos apenas com ingredientes de origem vegetal. O negócio já tem uma maionese, a NotMayo (à base de grão de bico, óleo de canola, semente de mostarda e vinagre de uva). E promete também o NotMilk e o NotIceCream. Os produtos serão vendidos com exclusividade nas redes do Grupo Pão de Açúcar. A “não maionese” já estará à venda a partir do mês que vem. Segundo o texto, a proposta da startup é ser uma alternativa sustentável para o mercado alimentício, respeitando o planeta e mantendo o sabor da comida. Ainda sobre este tema, Adriano Silva, publisher do Draft, fez uma reflexão sobre nossas escolhas alimentares esta semana em sua coluna no UOL.

 

Novas empresas
O país fechou o ano passado com 2,5 milhões de novas empresas, segundo dados do Serasa Experian divulgados no Computerworld. Um aumento de 15,1% em relação a 2017.  A maior parte dos novos negócios (81,4%) é de MEIs e os segmentos mais buscados são: serviços de alimentação; higiene e beleza; reparos, manutenções de prédios e instalações elétricas; e comércio de confecções em geral. No link acima, Fernanda Monnerat, diretora de Micro, Pequenas e Médias Empresas da Serasa Experian, afirma: “A grande representatividade de MEIs e os segmentos que lideraram a abertura mostram que têm muitas pessoas investindo em atividades com produtos e serviços de maior aceitação e consumo no dia a dia, o que demonstra mais a necessidade do que oportunidade”.

 

Hackathon da Embracon
Vão até 12 de abril as inscrições para o 1º Hackathon da Embracon, que acontecerá entre 27 e 28 de abril, em Santana de Parnaíba (SP). O evento, com 30 horas de duração ininterruptas, será aberto para fintechs e startups interessadas em desenvolver soluções para fomentar a educação financeira relacionada a consórcios através de meios digitais (internet, aplicativos, vídeos, mensagens instantâneas, redes sociais, bots, realidade aumentada, podcasts etc). O negócio vencedor receberá 10 mil reais e uma mentoria. Mais informações no link acima.

Veja também:

“Cinco conselhos para sua startup extrair o máximo da conexão com grandes empresas”

- 12 de abril de 2019