SPONSORS:

“Não há um senso de comunidade, de colaboração, no universo das startups brasileiras”

- 20 de agosto de 2015

1796 Total Views 1 Views Today

Diana Assennato, 32, não tem pudores de contar a sua experiência dentro do universo das startups brasileiras. Ela empreendeu com o Arco, foi premiada, incensada, laureada… Até fechar as portas por falta de investimento, de grana, de continuidade. Uma jornada de muita solidão, decepção e aprendizado — que ela já contou no Medium, e que revisitou novamente num papo com o Draft.

Como empreendedora, ela frequentou inúmeros eventos de startupeiros. “Os discursos se repetiam” diz, “Era como uma massagem no ego coletiva. Os assuntos mais delicados ficavam escondidos.”

Diana não tem medo de expor as contradições que presenciou: “Startupeiros brasileiros não consumiam produtos digitais brasileiros”. E faz um contraponto com o ambiente que afirma ter encontrado, agora, na economia criativa, nos projetos colaborativos: “Encontrei os fazedores. Gente mais interessada no processo, em compartilhar contatos, expor seus medos”.

Play para ver mais!

1797 Total Views 2 Views Today
Veja também:

Como o Inova Maranhão quer fazer o estado se tornar um polo de empreendedorismo e inovação

- 19 de fevereiro de 2019

Não é só coworking: como o Guaja, em BH, ramificou-se em novos negócios com criatividade e gestão familiar

- 31 de janeiro de 2019

Já imaginou um coworking voltado aos games independentes? Conheça a Indie Warehouse, em Brasília

- 9 de janeiro de 2019

Como a rua Dr. Virgílio de Carvalho Pinto, em São Paulo, se transformou em um polo da economia criativa

- 23 de julho de 2018