A Iris Social quer transformar o jeito de viajar com turismo de base comunitária e voluntariado

- 12 de julho de 2017
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Nome:
Iris Social

O que faz:
É uma agência de viagens que vende pacotes de turismo com impacto social.

Que problema resolve:
Segundo a fundadora, a ideia é ressignificar a maneira de viajar, que muitas vezes provoca prejuízos, tanto ambientais como socioculturais, nos destinos visitados.

O que a torna especial:
A agência oferece dois tipos de pacotes de turismo de impacto social: o de trabalho voluntário e o de base comunitária. Em ambos, busca envolver ativamente voluntários, ONGs e comunidades. “De um lado, o turista vive uma experiência autêntica e coloca a mão na massa. De outro, os povos tradicionais brasileiros transmitem seu modo de vida em primeira mão”,  conta a idealizadora Natalia Teichmann.

Modelo de negócio:
A empresa vende pacotes de viagens.

Fundação:
Abril de 2017.

Sócios:
Natalia Teichmann — Fundadora e diretor-executiva.

Perfil da fundadora:

Natalia Teichmann — 28 anos, Cuiabá (MT) — é formada em Direito pela USP, mas decidiu migrar para o Terceiro Setor. Trabalhou por dois anos na Atados, em Brasília, onde adquiriu experiência em gestão de projetos e prestou consultorias em negócios sociais.

Como surgiu:
A Iris Social nasceu de duas grandes paixões da fundadora: voluntariado e turismo. “Ao contrário do tradicional intercâmbio voluntário, a ideia sempre foi valorizar o que existe de único dentro do país. Por isso, além de ONGs nacionais, decidimos trabalhar com comunidades tradicionais, valorizando a herança cultural brasileira”, diz Natalia.

Estágio atual:
A empresa conta com seis organizações sociais parceiras e comercializa a primeira expedição para a Amazônia.

Aceleração:
Não teve.

Investimento recebido:
Natalia investiu 3 mil reais, de recursos próprios, e recebeu o apoio de 12 mil  do Instituto Bancorbrás para a realização da primeira viagem.

Necessidade de investimento:
A fundadora afirma que a empresa não busca investimentos, mas parceiros e apoiadores que possam se beneficiar em alguma medida do trabalho e ao mesmo tempo contribuir para expandir o impacto social gerado.

Mercado e concorrentes:
A ONU elegeu 2017 como o Ano Internacional do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento e, na visão de Natalia, o Brasil é um dos países com maior potencial do mundo na área. Há empresas com propostas similares, como a Vivalá e a Volunteer Vacations.

Maiores desafios:
“Nossa maior dificuldade é transmitir esse conceito novo, do turismo como ferramenta de mudança social, especialmente porque as pessoas acreditam que tudo que é social deva ser gratuito “, afirma a fundadora.

Faturamento:
Não informado.

Previsão de break-even:
Não há.

Visão de futuro:
“Queremos manter roteiros em andamento para algumas das mais marcantes comunidades tradicionais brasileiras e que nossos programas de voluntariado se espalhem por todo o Brasil”, diz Natalia.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

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