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A Molécoola incentiva a reciclagem com um programa de fidelidade ambiental

- 28 de novembro de 2018

Nome:
Molécoola.

O que faz:
Opera a logística reversa de embalagens pós-consumo, incentivando a reciclagem. Por meio de um programa de fidelidade ambiental, a startup dá pontos para os consumidores trocarem por produtos e serviços ao levarem seus recicláveis a uma de suas lojas-containers. O negócio também fomenta o microempreendedor de baixa renda com um sistema de franquias das lojas que facilita a obtenção do microcrédito necessário para o início da operação.

Que problema resolve:
Para as empresas de bens de consumo e para o poder público, colabora com a recuperação dos resíduos, contribuindo para resolver o problema do lixo urbano. Além disso, traz uma oportunidade de crescimento de renda para os profissionais que trabalham com reciclagem e serve de incentivo para os consumidores se engajarem com a causa.

O que a torna especial:
Segundo o fundador, o diferencial é o foco na promoção da educação ambiental através de um programa de fidelidade que incentiva tanto o consumido como o micro-empreendedorismo.

Modelo de negócio:
A startup lucra com a venda para os grandes recicladores dos materiais entregues em suas  lojas.

Fundação:
Novembro de 2017.

Sócio:
Rodrigo Jobim Roessler — Fundador

Perfil do fundador:

Rodrigo Jobim Roessler — 45 anos, São Paulo (SP) — é formado em Administração pela FGV, com especializações pelo Insper e Business School São Paulo. Tem passagens por empresas como Accenture, Grupo Votorantim e Totvs.

Como surgiu:
Rodrigo conta que a  ideia da Molécoola surgiu quando ele trabalhava em uma empresa na área de resíduos industriais. No meio do processo, ele teve contato com os números de produção de resíduos urbanos, o potencial econômico e as perdas ambientais que isso representa. Com essas informações em mente, desenhou o projeto da startup.

Estágio atual:
Atualmente, a Molécoola divide espaço com outros negócios no Impact Hub de São Paulo e conta com 2,5 mil usuários ativos no sistema. Possui seis lojas na capital paulista e, em dois meses de operação efetiva, já recolheu aproximadamente 20 toneladas de material reciclável.

Aceleração:
Participa do Programa Global de Aceleração da AB InBev, da cervejaria Ambev.

Investimento recebido:
A startup receberá do programa 100 mil dólares.

Necessidade de investimento:
O empreendedor diz que até atingir o equilíbrio entre receitas e despesas operacionais, a empresa deve necessitar de mais 2,5 a 3 milhões de reais, que serão buscados no mercado, entre fundos de investimento e dívidas de instituições de fomento.

Mercado e concorrentes:
“Entendemos que as oportunidades são grandes ao mesmo tempo em que o mercado é bastante desafiador”, fala Rodrigo. Segundo ele, há iniciativas similares no mercado, mas de baixo volume de material e com foco apenas em marketing. O fundador também aponta projetos voltadas para comunidades de baixa renda, como o programa da Eletropaulo.

Maiores desafios:
“A falta de educação ambiental é o principal desafio. Para se ter ideia, cerca de 40% dos resíduos que os consumidores separam como recicláveis em casa não são de fato recicláveis. É um número assustador”, conta o empreendedor.

Faturamento:
Não informado.

Previsão de break-even:
Segundo semestre de 2019.

Visão de futuro:
“Nosso plano de expansão tem uma meta de curto-prazo de 100 lojas e uma meta de mil em até cinco anos de operação”, afirma Rodrigo.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

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