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A Skep é uma curadoria de educação com jornadas de aprendizado personalizadas

- 15 de dezembro de 2017

Nome:
Skep.

O que faz:
Oferece orientação personalizada para jornadas de educação não-formal.

Que problema resolve:
A startup visa ajudar, por meio de sua curadoria de educação, pessoas que buscam complementar sua formação mas não sabem por onde encontrar algo que faça sentido, também, para o seu crescimento pessoal.

O que a torna especial:
A Skep oferece o modelo de “trilhas” e “jornadas” de aprendizado, que podem ser coletivas ou individuais. Entre os clientes há desde executivos em busca de atualização, passando por profissionais em transição de carreira até jovens que procuram uma formação além da faculdade.

Modelo de negócio:
A startup cobra cerca de 20 mil reais para cada “jornada” de aprendizado. Os valores são definidos baseados nas atividades programadas (cursos, palestras, workshops, eventos, viagens etc). Além dos pacotes individuais, também atende marcas e empresas, oferecendo, nesses casos, “trilhas” de aprendizado coletivas sob encomenda.

Fundação:
Janeiro de 2017.

Sócios:
Aziz Camali — Cofundador
Andrea Constantino — Cofundadora
Bruno Gagliardi— Cofundador
David Frenkel — Cofundador

Perfil dos fundadores:

Aziz Camali — 31 anos, São Paulo (SP) — fez cursos de especialização em Branding na Troiano e de Design na Unschool of Disruptive Design (Nova York). É sócio da consultoria DZN.

Andrea Constantino — 41 anos, São Paulo (SP) — é formada em Publicidade e Propaganda pela Unip e pós-graduada em Psicodrama na Potenciar. Trabalhou na Accor, Banco Santander, Brasken e no Grupo Votorantim. É sócia da consultoria DZN.

Bruno Gagliardi — 33 anos, São Paulo (SP) — é formado em Publicidade e Propaganda pelo Mackenzie e pós-graduado em Inteligência de Mercado pela ESPM. Trabalhou na Agência Urbano e na Lid Design. Fundou a Bizzu Conteúdo e 2ways Bilingue.

David Frenkel — 37 anos, Campinas (SP) — é formado em Relações Internacionais pela Univale. Foi sócio-diretor da unidade de Santa Catarina da agência de intercâmbio Information Planet.

Como surgiu:
Os sócios sentiam a necessidade de oferecer um processo de ensino que “resgatasse a importância do aprendizado e prazer da experiência no processo de desenvolvimento pessoal e profissional”, como informa o site. Após dois anos de pesquisas, chegaram no modelo de negócios atual, em que oferecem “jornadas” customizadas para os clientes.

Estágio atual:
Desde o começo do ano, a startup realizou 12 atendimentos e fez parceria com mais de 40 instituições, como Olabi, Outward Bound Brasil e Projeto Ruas.

Aceleração:
Não teve.

Investimento recebido:
Os empreendedores investiram 600 mil reais de recursos próprios na empresa.

Necessidade de investimento:
Os sócios ainda estudam a possibilidade, mas antes querem qualificar e expandir a equipe, além de evoluir a metodologia.

Mercado e concorrentes:
“Nós vemos muitas novas iniciativas, mas com o mesmo modelo tradicional de educação. Pouca coisa pensada sob a ótica do aluno”, diz Aziz. Ele aponta como concorrentes indiretos as instituições tradicionais de ensino, intercâmbios, processos de coaching e cursos em geral.

Maiores desafios:
“Quebrar o mito do diploma e fazer com que essa certificação não seja o principal motivador de se fazer um curso. Entender que o aprendizado não se resume à sala de aula ou a um modelo em que exista sempre um professor”, conta o cofundador.

Faturamento:
600 mil reais (em 2017. Projeção de 1,2 milhão de reais em 2018).

Previsão de break-even:
Foi atingido este mês.

Visão de futuro:
“Transformar a educação no Brasil e no mundo, estimulando a evolução e o impacto de experiências educacionais que hoje chamamos de aulas”, afirma Aziz.

Onde encontrar:
Site
Contato

 

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