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Sua loja virtual está com a infraestrutura em dia?

- 6 de dezembro de 2018
Marcus Lopes, da Vtex: 2.300 lojas virtuais em 25 países e clientes globais como Sony, Walmart, Coca-cola e LEGO: integração com Mercado Pago.

As chamadas plataformas surgiram para facilitar a vida dos empreendedores digitais, especialmente os lojistas que estão iniciando seu e-commerce. São sites com ferramentas que fornecem infraestrutura completa de serviços para lojas virtuais (domínio, estrutura e layout de páginas prontos, dentre outras facilidades) e agilizam a abertura da seu comércio digital.

“Plataforma é a interface para o lojista que quer vender online”, resume Victor Moraes, representante de Parcerias do Mercado Pago no Brasil. Alguns exemplos são EZ Commerce, Loja Integrada e o próprio Mercado Shops. “É um meio no qual a gente consegue democratizar uma infraestrutura de e-commerce para conectar varejistas de diversos segmentos com o cliente final”, define Marcus Lopes, representante de desenvolvimento de negócios da plataforma brasileira Vtex, que é utilizada por cerca de 2.300 lojas virtuais em 25 países e possui clientes corporativos globais como Sony, Walmart, Coca-cola e LEGO.

Todas as plataformas que citamos possuem integração com o Mercado Pago. A integração com a Vtex foi atualizada recentemente. Agora os lojistas que utilizam as duas soluções conseguem configurar essa interação com mais facilidade e agilidade. “Hoje, se o lojista tem a ferramenta da Vtex contratada e quer usar os serviços do Mercado Pago, por exemplo, ele só precisa configurar o sistema com os dados fornecidos pelo Mercado Pago e pronto. Salvando isso, tudo já espelha automaticamente na loja. Daí é só realizar as vendas”, informa Marcus. “Em poucos minutos o lojista pode passar a aceitar pagamentos com cartões e boletos”, diz Victor. Confira abaixo, três tendências para as plataformas:

Marketplace

“Uma das maiores tendências hoje na área de plataformas é o marketplace, que é um local que vende produtos de outras marcas, como um shopping”, diz Marcus. Um marketplace que você conhece bem é o Mercado Livre. “Na verdade o marketplace já é tendência há uns dois ou três anos, mas esse hype ganhou mais força em 2018. Isso está sendo muito procurado, especialmente por marcas pequenas que querem aumentar a variedade de produtos em novos canais, com novos players, para aumentar o faturamento, incrementar as receitas”, conta Marcus. “O marketplace permite ao lojista ampliar seus canais de venda e ter uma atuação mais de perto”, acrescenta Victor.

Uma tendência dentro da tendência é o chamado split de pagamento, a funcionalidade que permite ao cliente adicionar produtos de lojas diferentes a um mesmo carrinho, fazendo ao fim um único pagamento, que é então dividido pelo marketplace aos lojistas, conforme os valores dos produtos vendidos por cada loja. É uma solução eficaz, que aumenta a segurança das transações e a confiança dos consumidores, atraindo mais compradores e aumentando o valor das compras.

“Em setembro, entrou em vigor uma nova regulamentação do Banco Central para a prática do split de pagamento”, diz Victor. “Ela determina que cada lojista receberá o repasse automaticamente, não sendo mais permitido aos marketplaces gerenciarem esses valores antes para depois repassar às lojas”, explica. Ele diz que essa mudança vai facilitar a fiscalização “e pode também fazer alguns marketplaces alterarem seus modelos de negócio”.

 

Pagamentos cross border

A segunda tendência são os chamados pagamentos cross border, que acontecem quando um lojista “abre seu mercado para vender em outros territórios”, segundo explica Marcus. “Um lojista que já tem uma presença muito grande no seu território pode aumentar suas vendas atendendo a outros territórios onde identificou interessados nos seus produtos. Por exemplo, uma loja brasileira que decide vender também para a Argentina ou Colômbia”, diz Marcus. “Os pagamentos cross border trazem maior demanda para os lojistas. Uma plataforma preparada pode ajudar, por exemplo, na gestão do estoque”, comenta Victor.

 

Omnichannel

Omnichannel é a convergência de canais de venda, a experiência de poder comprar em múltiplos canais de forma integrada, o que inclui as várias modalidades de lojas virtuais e também as lojas físicas. “O omnichannel é uma tendência que vai revolucionar a maneira como o consumidor compra, pois trará a experiência do mundo online para o mundo físico e vice-versa. Por exemplo, o consumidor pode comprar online e retirar em uma loja física mais próxima da sua casa para ter o produto antes, ou acessar na palma da mão um estoque infinito dentro de uma loja física”, conta Victor.

Segundo nossos especialistas, 2018 está sendo marcado pelos marketplaces, pagamento cross border e omnichannel. Mas será que já é possível dizer o que vem por aí? É certo que as tecnologias vão continuar evoluindo e tudo indica um aumento das vendas via dispositivos móveis. Mas há outras novidades apontando no horizonte: “Já estamos apostando bastante em tecnologias da indústria 4.0, como realidade virtual e inteligência artificial”, conta Marcus. Imagine ser atendido numa loja virtual de maneira personalizada, como acontece quando você vai pessoalmente à mercearia da esquina da sua casa. Ou poder tocar no produto e usá-lo de fato, por intermédio de realidade virtual, antes de decidir pela compra, como você faria numa loja física. “Existe um estudo que diz que até 2022 haverá cerca de 55 milhões de óculos de realidade virtual só nos Estados Unidos”, diz Marcus. “Nós acreditamos muito nesse tipo de tecnologia. Os players que se adaptarem terão mais êxito e vão conseguir conversar melhor com o público final e vender mais”, projeta.

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